UCANHA

Adoro esta foto, nem sei por que eu ainda não a tinha publicado aqui no blog. Mas posso explicar direitinho o motivo que me faz gostar tanto dela: essa imagem pertence a um conjunto que me traz as melhores recordações. … Continuar lendo

ADEGA VILA SANTA

Neste último post sobre a Rota dos Vinhos do Alentejo, convido o leitor a conhecer, ainda que superficialmente, a Vila Santa, uma das seis propriedades da João Portugal Ramos na região de Estremoz. Minha visita foi rápida, muito rápida. Eu … Continuar lendo

QUINTA DOS MALVEDOS

Na margem norte do Douro, junto à foz do Rio Tua, esparramam-se os vinhedos de uma das mais espetaculares quintas da região demarcada. Trata-se de Malvedos, pertencente à Graham´s – cujos vinhos do porto, em especial os vintage, são verdadeiras obras de arte.

Quinta dos Malvedos: produtora de vinhos de porto que são verdadeiras obras de arte

Quinta dos Malvedos: produtora de vinhos de porto que são verdadeiras obras de arte

A Quinta dos Malvedos foi adquirida pela família Graham em 1890. Teve de ser vendida algum tempo depois, devido a problemas financeiros, mas acabou sendo recomprada em 1970. As vinhas cobrem quase 70% dos 108 hectares da propriedade. Nos socalcos murados mais antigos, elas têm, em média, 45 anos de idade.

Os painéis de azulejo na entrada da quinta lembram os visitantes...

Os painéis de azulejo na entrada da quinta lembram os visitantes…

Douro

…de que a família Graham está no Douro desde o século 19

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

A seguir, dois vídeos amadores, mas bem bacanas, feitos pela blogger da Graham´s em Malvedos no ano de 2011, poucas semanas antes da vindima (a colheita das uvas). A primeira parte passeia pelo setor sul da propriedade. A segunda, pelo norte. Ambas estão em inglês.

Só para constar: a safra 2011 foi uma das melhores de todos os tempos não apenas no Douro, mas em todo o país.

PRECIOSIDADES DO DOURO

Além da Quinta do Vesuvio, visitei outras três preciosidades do Douro Superior durante a minha passagem por lá, no último mês de setembro. Um delas foi a espetacular Quinta de Ervamoira, sobre a qual já escrevi neste blog (aqui). São aproximadamente 150 hectares de vinhas com idade média de 30 anos, cultivadas exclusivamente no sistema de plantação vertical. “Das castas aí produzidas, apenas 10% são brancas”, informa o website da Ramos Pinto. “Dos restantes 90%, 32% pertencem à casta Touriga Nacional, 22% à Touriga Franca, 11% à Tinta Roriz, 7% à Tinta Barroca, 7% à Tinta da Barca e 21% de mistura.”

Quinta de Ervamoira: 150 hectares de vinhas com idade média de 30 anos

Ervamoira: 150 hectares de vinhas com idade média de 30 anos, cultivadas em plantação vertical

Estive também nas quintas de Castelo Melhor e do Custódio, ambas propriedades da Duorum e não menos exuberantes que Ervamoira. Na primeira, passei uma manhã e um final de tarde fotografando os socalcos sobre a margem esquerda do Douro. Na segunda, fui acompanhar um dia de vindima – cujas imagens prefiro guardar para o próximo post.

Vista sobre o Douro proporcionada pela Quinta de Castelo Melhor: uma paisagem deslumbrante

Vista sobre o Douro proporcionada pela Quinta de Castelo Melhor: paisagens deslumbrantes

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

PRESS TRIP 2014 – DIAS 12 a 15

Estou em Tomar, depois de oito dias incríveis tendo como base Castelo Rodrigo. O ritmo continua puxado. E o clima não colabora. Não houve um único dia sem chuva até agora. Mas o céu carregado tem rendido algumas fotos bem dramáticas. Meu medo era ter de lidar com aquele céu chapado, branco feito uma mesa de luz. Isso, felizmente, ainda não aconteceu.

Meus últimos dias foram bem excitantes. Além de visitar Marialva, Trancoso, Almeida e Castelo Mendo (todas integrantes da rede de aldeias históricas de Portugal), estive também em Cidadelhe e acompanhei uma manhã de vindima na Quinta do Custódio (propriedade da Duorum entre Almendra e Castelo Melhor). Não consegui fazer tudo que estava nos planos. Faltou, por exemplo, ir até a foz do Rio Côa. Mas encerrei minha passagem pela região satisfeito e seguro de que voltarei para o Brasil com um conjunto de imagens bem consistente.

Inicio agora a fase final da viagem. Tenho pela frente o Convento de Cristo, o Mosteiro da Batalha e o Mosteiro de Alcobaça. Minha última visita a essas três preciosidades ocorreu há cinco anos, em 2009. Mal posso esperar para reencontrá-las.

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