Cap 4 – BATALHA (CAPELA DO FUNDADOR E CAPELAS IMPERFEITAS)

Mais uma rodada de pré-edição das fotos do Mosteiro da Batalha, produzidas em duas viagens a Portugal: 2009 e 2014. Desse conjunto de 11 imagens, restarão apenas quatro, duas de cada ambiente. Quais você escolheria? Deixe um comentário com a … Continuar lendo

A LISTA

Sabe quais são os lugares de Portugal que podem virar patrimônio da humanidade em breve? A lista indicativa do país ao título concedido pela UNESCO foi definida há quase um ano, em maio de 2016, e é composta de 22 bens. … Continuar lendo

SÉCULOS DE HISTÓRIA

Publico hoje 10 fotos inéditas do Mosteiro de Alcobaça, todas produzidas durante minha mais recente visita ao monumento, em 2014, quando lá estive com o apoio da ARPT Centro de Portugal. Junto com as imagens, um pouco mais de história, … Continuar lendo

D. DUARTE E LEONOR DE ARAGÃO

Esta galeria contém 5 imagens.

Uma sequência de imagens da arca tumular de D. Duarte, 11º rei de Portugal (à direita nas fotos), e da rainha D. Leonor. O túmulo duplo fica nas Capelas Imperfeitas, um dos lugares mais fascinantes do Mosteiro da Batalha. © Fotos: … Continuar lendo

ASSOMBRO E DESLUMBRAMENTO

Já que um dos temas do post anterior foi a Igreja de Santa Maria de Belém, convido-os para um rápido passeio pela sua nave central. Este é um dos lugares mais impactantes de Portugal. Quem entra na igreja pela primeira vez corre o risco de, como eu, experimentar uma sensação meio esquisita, mistura de assombro com deslumbramento. As dimensões da nave intimidam, fazem a gente se sentir insignificante. Mas são, ao mesmo tempo, um convite irresistível à exploração.

Nave central da Igreja de Santa Maria de Belém, Mosteiro dos Jerónimos: dimensões que intimidam

Nave central da Igreja de Santa Maria de Belém, em Lisboa: dimensões que intimidam

Santa Maria de Belém é um bom exemplo daquilo que os arquitetos chamam de igreja-salão – ou seja, basicamente constituída de um único e uniforme salão, com naves de mesma altura. Característico do Gótico Tardio, esse estilo de construir igrejas fez escola em Portugal. Foi adotado também em pelo menos outros 10 importantes edificações reliosas do país (entre eles, o Mosteiro de Alcobaça e a Igreja de Santo Antão, em Évora, para citar apenas os declarados patrimônios mundiais pela Unesco).

Janelão com vitral de Abel Manta: intervenção modernista

Janelão com vitral de Abel Manta: intervenção modernista

O website do Mosteiro dos Jerónimos descreve assim a Igreja de Santa Maria de Belém:

“A Igreja apresenta uma planta em cruz latina, composta por três naves à mesma altura (igreja salão), reunidas por uma única abóbada polinervada assente em seis pilares de base circular. Quando se entra, encontram-se os túmulos de Vasco da Gama (sub-coro esquerdo) e de Luís de Camões (sub-coro direito), ambos do século 19, do escultor Costa Mota. Continuando, na parede norte, podem apreciar-se os confessionários e, no lado sul, os janelões decorados com vitrais da autoria de Abel Manta e execução de R. Leone (já do século 20).

A abóbada do cruzeiro cobre, de um só voo, uma largura de 30 metros. Representa “a realização mais acabada da ambição tardo medieval de cobrir o maior vão possível com o mínimo de suportes” (Kubler). Neste espaço livre, em que se encontra toda a simbologia régia, a profusão de ornatos atinge o seu auge. No braço esquerdo do transepto estão sepultados os restos mortais do Cardeal-Rei D. Henrique e os dos filhos de D. Manuel I. No braço direito do transepto encontra-se o túmulo do Rei D. Sebastião e dos descendentes de D. João III.”

O túmulo de Luís de Camões no sub-coro direito, logo na entrada da igreja: obra do século 19 assinada por Costa Mota

O túmulo de Camões no sub-coro direito: obra do século 19 assinada pelo escultor Costa Mota

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

O TÚMULO DE D. PEDRO

Detalhes da arca tumular de D. Pedro I, um dos highlights mais disputados do Mosteiro de Alcobaça. O que mais atrai os visitantes, porém, não é a riqueza da sua ornamentação, mas a história de amor que o rei viveu com Inês de Castro – um romance proibido, que marcou a história e a cultura portuguesas. A cenas esculpidas no túmulo narram a trajetória de São Bartolomeu, santo protetor de D. Pedro. Uma representação da Roda da Vida simboliza sua própria história e seu amor por Inês.

Túmulo de D. Pedro I, Mosteiro de Alcobaça: um dos highlights mais disputados

Túmulo de D. Pedro I, no Mosteiro de Alcobaça: um dos highlights mais disputados

A arca é ricamente esculpida: cenas da trajetória de São Bartolomeu

A arca é ricamente esculpida: cenas da vida de S. Bartolomeu

Roda da Vida: símbolo da vida de D. Pedro e seu amor por Inês de Castro

Roda da Vida: ela representa a história de D. Pedro e seu amor por Inês de Castro

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

JERÓNIMOS EM BRANCO E PRETO

Esta galeria contém 7 imagens.

Não é exatamente um ensaio, trata-se apenas de um pequeno conjunto de fotos produzidas durante minha breve passagem pelo Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, no início do mês passado. Fiquei menos de duas horas no interior da Igreja de Santa Maria … Continuar lendo