“NOVINHO EM FOLHA”

O ano de 2018 começou muito bem para Évora, incluídos os turistas que a visitam. O Templo Romano, uma das atrações mais concorridas da cidade patrimônio mundial, está de volta, depois de passar meses envolto em andaimes por causa de … Continuar lendo

O MAIOR LAGAR DO PAÍS

“Se Portugal inteiro fosse um adega, o Alentejo seria o maior lagar do país”. Essa é a primeira frase proferida pelo apresentador no vídeo a seguir. Trata-se de um dos episódios da série Verdade do Vinho, dedicado inteiramente aos vinhos alentejanos e exibido pela RTP em dezembro de 2014.

TESOUROS DO CÔA

O museu e a arte paleolítica do Vale do Côa em um programada com mais de uma hora de duração, produzido e exibido pela RTP em 2011. Quem conduz a incursão ao mais importante conjunto de arte pré-histórica ao ar livre do mundo – além da apresentadora, Paula Moura Pinheiro – são os arqueólogos Dalila Correia, Thierry Aubry e António Martinho Baptista e o cineasta João Trabulo.

ÍCONE DA RENASCENÇA

Claustro principal do Convento de Cristo, em Tomar, uma das mais belas peças da arquitetura renascentista europeia. Foi o próprio rei, D. João III, a iniciativa de construí-lo. Contratou para a empreitada o maior arquiteto que passou por Portugal no século 16, João de Castilho. Mas acabou ordenando sua destruição parcial não muito tempo depois. Coube ao escultor e arquiteto Diogo de Torralva a missão de repaginá-lo – dessa vez, bebendo na fonte geométrica da antiguidade clássica.

“Com o país a atravessar uma crise económica, não podia tratar-se apenas de um devaneio real”, escreve a RTP em sua plataforma educativa. “Acredita-se que o monarca teve a nítida percepção de que a obra ia ficar para a posteridade. O claustro de D. João III tem a coragem de romper com as concepções excessivas do estilo manuelino para se aproximar das composições harmoniosas e austeras que floresciam então em Itália e França.”

Claustro principal do convento: geometria da antiguidade clássica

Claustro principal: geometria da antiguidade clássica

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

O REINO DE CISTER

O REINO DE CISTER

O Mosteiro de Alcobaça visto das ruínas do castelo medieval da cidade. A RTP, em sua plataforma educativa, conta assim a história do monumento, considerado uma obra-prima da arte gótica cisterciense: “Portugal ainda não era um reino, D. Afonso Henriques ainda não era … Continuar lendo

NAVIO DE PEDRA

Eis a Torre de Belém em horário de maré alta. Isso mesmo: embora fique em um rio, o monumento está sujeito ao movimento das marés. É que o oceano Atlântico fica logo ali, a menos de cinco quilômetros de distância. A variação entre a cheia e a vazante no estuário do Tejo pode passar dos três metros. Não se surpreenda, portanto, ao ver a torre completamente cercada de água pela manhã e reencontrá-la unida à margem direita algumas horas mais tarde.

A seguir, mais um trecho de texto extraído da plataforma educativa da RTP.

“A pequena fortaleza, considerada um dos mais originais edifícios de arquitetura militar do reinado de D. Manuel, é obra de Francisco de Arruda, que a tem pronta em seis anos, em 1520. Projetada para defender a barra da cidade, funciona como um navio de pedra, equipado com artilharia na zona térrea para fazer fogo rasante e cruzado com a Torre Velha, situada na margem sul do rio. Mas, ao longo dos tempos, a fortificação irá desempenhar funções de controle aduaneiro, vai ser farol, telégrafo e até prisão (por sinal, bem terrível).

A torre de menagem, estrutura medieval, destaca-se do conjunto. Ladeada pelos símbolos do rei, a esfera armilar e a cruz de Cristo, era a casa do governador. O varandim é cercado de guaritas, com cúpulas exóticas, inspiradas no oriente. A decoração que envolve e sobressai nos três pisos do edifício é própria do estilo manuelino, com os elementos naturalistas em grande destaque.”

Torre de Belém: um edifício militar dos mais originais

Torre de Belém: um edifício militar dos mais originais

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

SÍMBOLO DE PODER

SÍMBOLO DE PODER

Visitantes deixando a Torre de Belém, em Lisboa, num dia de outono em que a luz parecia péssima para fotografar. O horário, em tese, também era ruim: duas e meia da tarde. Mas o cenário era divino. O monumento à minha … Continuar lendo