Cap 7 – UNIVERSIDADE DE COIMBRA

Minhas melhores fotos da Universidade de Coimbra. São 16 no total, todas pré-selecionadas para o livro que pretendo publicar, sobre os patrimônios mundiais portugueses e suas conexões com a história do Brasil. Quem quiser palpitar, apontando 3 ou 4 imagens … Continuar lendo

FÁBULAS DO MONDEGO

No post anterior, escrevi sobre a suposta origem romana e medieval do nome Mondego, o rio que atravessa a cidade de Coimbra. Mas não tratei de uma lenda luso-mourisca que também pode explicá-lo. Segundo essa narrativa, a palavra seria derivada … Continuar lendo

RIO MONDEGO

Coimbra não teria o mesmo encanto se não fosse o Mondego, quinto maior rio português, com mais de 250 quilômetros de extensão, e primeiro do ranking entre aqueles que têm seu curso inteiramente em Portugal. Dizem que seu nome vem … Continuar lendo

SERIA ESTA A VERDADEIRA CAPITAL?

E se alguém lhe dissesse que, embora Lisboa leve a fama, é Coimbra a verdadeira capital portuguesa? Pois acredite: há quem defenda essa tese. A origem de tudo remonta a meados do século 13, quando a capital do país realmente … Continuar lendo

SANTA CLARA-A-VELHA

SANTA CLARA-A-VELHA

Mais uma vez, peço licença aos leitores para escapar um bocadinho do tema central deste blog. O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, é monumento nacional desde 1910, mas não integra o conjunto declarado patrimônio mundial pela Unesco em 2013. … Continuar lendo

BLUE HOUR EM COIMBRA

BLUE HOUR EM COIMBRA

Recomendo fortemente que, em sua próxima visita a Coimbra, você reserve pelo menos um fim de tarde/início da noite para observar a cidade desde o Parque Verde, na margem oposta do Mondego. E escrevo “pelo menos um” porque, se estivesse … Continuar lendo

ENFIM, COIMBRA

ENFIM, COIMBRA

Senhoras e senhores, essa é Coimbra precisamente às 19h04 do dia 11 de setembro passado, uma quinta-feira. Caramba, como eu tinha vontade de conhecer a cidade. Pois finalmente aconteceu. Quem acompanha o blog já viu algumas fotos da minha passagem por lá, … Continuar lendo

PRESS TRIP 2014 – DIA 3

Impressionante como encontro gente simpática toda vez que venho a Portugal. Ontem, foram o José, da Quinta das Lágrimas, e também o seu Jorge, na beira do Rio Mondego. Hoje, mais três gratas surpresas. A começar pelo Pedro Ferrão, doutor em história da arte. Ele foi meu guia particular na visita ao fantástico Museu Nacional de Machado de Castro, um dos mais importantes do país. O acervo arqueológico e artístico do museu é tão incrível que a minha programação acabou saindo completamente do eixo. Eu deveria ter visitado também as duas Sés de Coimbra (a nova e a velha). Entrei no Machado de Castro às 10h e só fui sair de lá às 14h30. Precisei almoçar, é lógico. E aí ficou tarde demais para conhecer as igrejas. Uma lástima. Tentarei dar um jeito de visitá-las antes de seguir para a região do Côa.

Bem mais tarde, por volta das 19h, foi a vez de esbarrar com outras duas figuras simpaticíssimas. Primeiro, a jovem Sofia Almeida, que passeava com seus dois dogs alemães no Parque Verde. Depois, o fotógrafo Carlos Dias, que passou em disparada por mim justamente quando eu usava os cães de Sofia como “modelos” e parou para bater um papo comigo na volta. Gente fina demais, quis saber se eu tinha conseguido boas imagens e deu algumas dicas de bons pontos para clicar a cidade.

Passados esses dois primeiros dias por aqui, já deu para perceber que Coimbra é o patrimônio mundial português mais difícil de ser fotografado. E a razão é uma só: a assombrosa quantidade de carros estacionados em todo lugar. Confesso que ainda não consegui me entender com eles. Talvez eu consiga amanhã, dia inteiramente reservado à universidade.

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PRESS TRIP 2014 – DIA 2

Dia complicado, que começou debaixo de um pé d’água daqueles em Lisboa. Meu plano de fotografar pela manhã entre o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém foi para o brejo. E só consegui sair da cidade por volta das 13h, depois de uma exaustiva sequência de filas no aeroporto até conseguir recuperar minha mochila.

Cheguei a Coimbra um tanto acabrunhado, com a sensação de dia perdido. Mas tudo mudou assim que coloquei os pés na Quinta das Lágrimas. Fui recebido com uma amabilidade ímpar pelo simpaticíssimo senhor José, que me levou para conhecer cada cantinho do hotel. A propriedade é enorme e tem uma história fascinante, que será contada aqui quando eu voltar para o Brasil.

Mais tarde, já às margens do Mondego, surgiu o segundo grande personagem do dia: seu Jorge, um senhor de 62 anos que pescava com o neto na beira do rio. Nascido e criado em Coimbra, é daquelas figuras que caem do céu de repente para enriquecer sua viagem. Levamos um longo papo sobre a cidade, sua história e sua gente. Qualquer hora dessas eu conto em detalhes esse episódio também.

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