“NOVINHO EM FOLHA”

O ano de 2018 começou muito bem para Évora, incluídos os turistas que a visitam. O Templo Romano, uma das atrações mais concorridas da cidade patrimônio mundial, está de volta, depois de passar meses envolto em andaimes por causa de … Continuar lendo

A PORTA FÉRREA DE COIMBRA

Esta galeria contém 5 imagens.

É por aqui que a gente entra, em grandessíssimo estilo, no Paço das Escolas, o lugar mais emblemático de Coimbra. Justamente por isso, trata-se de uma porta espetacular, carregada de símbolos que remetem à universidade. Mas tem um detalhe: as fotos … Continuar lendo

FORTE DA GRAÇA: MAIS DE 100 MIL VISITANTES

O Forte de Nossa Senhora da Graça, em Elvas, considerado a maior fortaleza abaluartada do mundo, já recebeu mais de 100 mil visitantes desde que foi concluída sua restauração, no fim de 2015. Numa reportagem publicada recentemente, o portal espanhol … Continuar lendo

ONDE NASCEU O PRIMEIRO REI

Ele é pequeno se comparado a outras fortalezas medievais que você provavelmente conhece. Mas sua relevância, pelo menos para os portugueses, é inversamente proporcional às suas dimensões. As muralhas do Castelo de Guimarães deram abrigo à corte de D. Afonso … Continuar lendo

UMA MISSA MUITO ESPECIAL

Já que tanto escrevi sobre a missa de reinauguração da Igreja de São Francisco nos dois posts anteriores, aqui vai um vídeo com os melhores momentos do culto, ocorrido no dia 4 de outubro do ano passado e celebrado arcebispo de Évora, D. José Alves. A missa foi belíssima, emocionante. E o vídeo demonstra como a igreja ficou linda depois de ser restaurada. Vale a pena conferir, são apenas 6 minutos e meio de duração.

QUASE COMO NOVA

Passados mais de 500 anos desde a conclusão da sua obra original, em 1510, a Igreja de São Francisco, em Évora, está praticamente como nova graças a uma minuciosa restauração. O trabalho, iniciado em junho de 2014 e terminado 15 … Continuar lendo

DEUS DEVE SER LUSO-BRASILEIRO

Dia 4 de outubro de 2015, reabertura da Igreja de São Francisco, em Évora, depois de 15 longos meses dedicados a um minucioso trabalho de restauração. Ocasião especialíssima, festejada pela população. Afinal, essa sempre foi a igreja mais integrada à … Continuar lendo

DE VOLTA AO FORTE DA GRAÇA

Retorno esta semana ao Forte de Nossa Senhora da Graça, em Elvas, para publicar mais algumas fotos feitas durante minha visita à fortaleza em outubro de 2015, um mês e meio antes de concluída sua restauração. A primeira imagem que … Continuar lendo

PRESS TRIP 2015 – DIA 19 – ALENTEJO

Sábado, 10 de outubro. Um dia extraordinário, talvez o mais memorável de todos nas minhas quatro viagens a Portugal. A convite do amigo Jacinto Cesar, tive o privilégio de visitar o Forte de Nossa Senhora da Graça um mês e … Continuar lendo

CASTELO RODRIGO EM 10 CLICKS

Um pouco mais da história de Castelo Rodrigo, a encantadora aldeia que usei como QG durante minha incursão ao Vale do Côa, em setembro de 2014. E uma galeria com 10 clicks inéditos do lugar, que pretendo revisitar em breve. As informações são do site Aldeias Históricas.

Castelo Rodrigo em um dia de céu gloriosamente azul: bem perto da fronteira com a Espanha

Castelo Rodrigo em uma bela manhã de céu azul: bem perto da fronteira com a Espanha

“O território de Ribacôa foi ocupado desde o Paleolítico, havendo vestígios megalíticos e da cultura castreja, romanos e árabes. A preocupação com a reorganização e o povoamento desta área na época da Reconquista é patente nas doações aos freires Salamantinos, fundadores da Ordem de São Julião do Pereiro, e aos primeiros frades de Santa Maria de Aguiar, oriundos de Zamora, de que o Mosteiro de Santa Maria de Aguiar, de fundação cisterniense do século 12, é importante testemunho.

Conquistada aos árabes no século 11 e dependente do Reino de Leão, foi vila elevada a concelho por Afonso IX, integrando definitivamente o território português a 12 de setembro de 1297, pelo Tratado de Alcanizes – assinado por D. Dinis, que confirmou o seu Foral em Trancoso e mandou repovoar e reconstruir o castelo, acção repetida por D. Fernando, que também lhe concedeu Carta de Feira, em 1373.”

A muralha que até hoje protege a aldeia: inicialmente composta por 13 torreões

A muralha que até hoje protege a aldeia: originalmente composta de 13 torreões

A Igreja de Nossa Senhora de Rocamador: fundada no século 13 por uma confraria de frades hospitaleiros

Igreja de Nossa Senhora de Rocamador: fundada no século 13 por frades hospitaleiros

“Castelo Rodrigo está rodeada por uma cintura amuralhada inicialmente composta de 13 torreões (à semelhança de Ávila), de que restam alguns, e cujo passeio de ronda se encontra parcialmente obstruído pelas casas aí construídas. Mantém a sua traça medieval, que irradia da alcáçova e acompanha a topografia. Pelas suas ruas encontram-se casas interessantes, umas manuelinas, outras construções árabes, como a casa nº 32, com inscrição e uma carranca, para além da cisterna, de 13 metros de fundo, com uma porta em arco de ferradura e outra ogival.

Estando na rota de peregrinos a Compostela, aqui se ergueu a Igreja de Nossa Senhora de Rocamador, fundada por uma confraria de frades hospitaleiros vindos de França no século 13. Dispõe de cachorrada românica e no seu interior destacam-se um púlpito renascentista em granito, imaginária dos séculos 14 e 17, o tecto em caixotões com pintura barroca e um retábulo rococó.”

Paredes de pedra e telhados de barro: o traçado medieval da vila foi preservado

Paredes de pedra e telhas de barro: restauração preservou o traçado medieval

O passeio de um gato sobre os telhados da vila...

O passeio de um gato sobre os telhados da vila…

...e um bate-papo entre ele e sua dona alguns minutos depois

…e um papo reto com sua dona alguns minutos depois

“Por ter tomado partido por Castela na crise de 1383-85, D. João I castigou Castelo Rodrigo, mandando que o seu brasão ficasse com as armas reais invertidas, e a vila dependente de Pinhel. O pelourinho manuelino – de gaiola e grandes dimensões – atesta o poder municipal, regulamentado pelo foral novo de 1508, altura em que D. Manuel, o Rei Venturoso, mandou repovoar a vila e refazer o castelo.

Sob domínio filipino, instituiu-se o condado e marquesado de Castelo Rodrigo na pessoa de Cristóvão de Moura, que mandou edificar um palácio. Após a Restauração, este foi destruído pelo povo. Próximo da Porta do Sol, o padrão assinala e comemora a restauração da independência nacional.”

Rua da Cadeia: por ela, atravessa-se Castelo Rodrigo de uma ponta à outra em cinco minutos de caminhada

Rua da Cadeia: por ela, atravessa-se o povoado em cinco minutos de caminhada

Rua da Misericórdia, uma  pequena viela...

Rua da Misericórdia, uma pequena e estreita viela…

Castelo Rodrigo

…entre a Rua da Cadeia e o Largo do Pelourinho

“Ainda nas lutas contra Espanha, a vila sofreu em 1664 o cerco do Duque de Ossuna, tendo a sua guarnição de 150 homens resistido heroicamente até a chegada de reforços, travando-se a Batalha da Salgadela, junto ao Mosteiro de Santa Maria de Aguiar. Conta-se que o Duque de Ossuna e D. João d´Áustria escaparam disfarçados de frades.

Após as Guerras da Restauração, Castelo Rodrigo foi perdendo sua importância. A 25 de junho de 1836, por Carta Régia de D. Maria II, a sede de concelho passou para Figueira de Castelo Rodrigo. Historicamente, nenhuma povoação raiana exerceu por tão longo período um lugar tão relevante nas relações luso-castelhanas e na defesa do território português.”

Um detalhe da Rua da Tapada: na minha opinião, a mais simpática da aldeia

Detalhe da Rua da Tapada: um pingo de cor nas paredes monocromáticas

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados