Cap 6 – CONVENTO DE CRISTO (CLAUSTROS, REFEITÓRIO E AQUEDUTO)

Aqui vão as 12 fotos restantes do conjunto de 26 que comecei a publicar no mês passado. Completa-se, assim, a primeira fase de pré-edição das imagens que entrarão no capítulo 6, sobre o Convento de Cristo. O livro, caso ainda … Continuar lendo

CONVENTO DE CRISTO EM 5 FOTOS

Um passeio por alguns dos lugares mais fascinantes do Convento de Cristo, em Tomar. Já estive três vezes nesse espetacular monumento. E pretendo voltar outras tantas. Aproveito a publicação destas cinco imagens, todas inéditas aqui no blog, para reproduzir um … Continuar lendo

LARGO DA PORTA DE MOURA

Não há visita à cidade de Évora, patrimônio da humanidade, que possa ser considerada completa sem um passeio pelo Largo da Porta de Moura – o lugar que aparece nesta foto. A estrutura que se vê no primeiro plano, encimada … Continuar lendo

AUTÊNTICA E MONUMENTAL

AUTÊNTICA E MONUMENTAL

Entre os próximos dias 29 de setembro e 9 de outubro, estarei em Évora, para mais uma rodada de fotos do seu centro histórico. Essa será minha segunda visita à cidade. Já estive lá em 2012. E guardo maravilhosas recordações. … Continuar lendo

O ESPLENDOR DA AUSTERIDADE

Esta galeria contém 4 imagens.

Um pouco mais do livro que dá título a este post: “Uma das marcas mais originais de Cister tem que ver com os mosteiros característicos da Ordem, o que originou a designação de estilo cisterciense, ou da tendência homónima no … Continuar lendo

A ÚLTIMA CEIA DE HODART

O Museu Nacional de Machado de Castro, em seu site oficial, refere-se à Última Ceia de Filipe Hodart como uma das mais impressionantes obras de escultura do Renascimento europeu. “Hodart retratou figuras populares, identificadas na época com personagens conhecidas no quotidiano do Mosteiro de Sta Cruz, para o qual a obra foi executada. Eram mendigos ou trabalhadores das obras que aí decorriam.”

São Pedro, um dos únicos três apóstolos identificados; os outros dois são judas e São João

São Pedro, um dos únicos três apóstolos identificados: os outros dois são judas e São João

As figuras são realistas: inspiradas em mendigos e trabalhadores

As figuras são realistas: inspiradas em mendigos

“As figuras estão dotadas de um realismo e uma violência de expressões surpreendentes: barbas encrespadas, boca entreaberta, dentes à mostra, troncos delgados, pés grandes e um pouco desproporcionados, roupagens agitadas, com um sopro de paixão e dramatismo. Todo o conjunto explode de vivacidade, revelando uma das personalidades mais impetuosas do renascimento português.”

Um dos apóstolos não identificados: vivacidade e dramatismo

Um dos apóstolos não identificados: vivacidade e dramatismo

A mesma figura

A mesma figura

“As figuras apresentam-se sentadas, quase completas, embora mutiladas, apresentando algumas delas só já o tronco e a cabeça ou mesmo só a cabeça. A originalidade e a importância do conjunto residem particularmente no tratamento formal concedido às figuras, um trabalho claramente precoce no tempo, uma vez que anuncia elementos maneiristas e participa de alguns princípios do Barroco, nomeadamente em relação à expressividade e dinamismo que apresentam.”

Outro apóstolo desconhecido: trabalho precoce no tempo

Outro apóstolo desconhecido: trabalho precoce no tempo

Mais um ilustre desconhecido: expressividade e dinamismo

Mais um ilustre desconhecido: expressividade e dinamismo

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

APÓSTOLO DESCONHECIDO

APÓSTOLO DESCONHECIDO

Peço licença aos leitores, de novo, para dar uma escapadinha do tema central deste blog. Motivo: o Museu Nacional de Machado de Castro, embora esteja colado à Universidade de Coimbra, não é patrimônio da humanidade. Mas deveria ser. E eu … Continuar lendo

TESOURO UNIVERSAL

Episódio da série Visita Guiada sobre o claustro principal do Convento de Cristo. “Sem exagero, esta é uma das mais belas peças da arquitetura europeia do Renascimento”, diz a apresentadora, Paula Moura Pinheiro, logo na abertura do programa. “Mas este claustro é muito mais que um tesouro universal da arte do Renascimento. É a construção que rompe de vez com o nacionalismo de D. Manuel I e abre Portugal ao cosmopolitismo do Renascimento.”

ÍCONE DA RENASCENÇA

Claustro principal do Convento de Cristo, em Tomar, uma das mais belas peças da arquitetura renascentista europeia. Foi o próprio rei, D. João III, a iniciativa de construí-lo. Contratou para a empreitada o maior arquiteto que passou por Portugal no século 16, João de Castilho. Mas acabou ordenando sua destruição parcial não muito tempo depois. Coube ao escultor e arquiteto Diogo de Torralva a missão de repaginá-lo – dessa vez, bebendo na fonte geométrica da antiguidade clássica.

“Com o país a atravessar uma crise económica, não podia tratar-se apenas de um devaneio real”, escreve a RTP em sua plataforma educativa. “Acredita-se que o monarca teve a nítida percepção de que a obra ia ficar para a posteridade. O claustro de D. João III tem a coragem de romper com as concepções excessivas do estilo manuelino para se aproximar das composições harmoniosas e austeras que floresciam então em Itália e França.”

Claustro principal do convento: geometria da antiguidade clássica

Claustro principal: geometria da antiguidade clássica

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

10 MINUTOS DE HISTÓRIA

Sabia que a primeira torre de menagem construída em Portugal fica no Convento de Cristo? E que claustro principal do monumento é considerado uma obra-prima do Renascimento? Tudo isso – e muito mais – é explicado neste documentário produzido em 2011 pelo IGESPAR (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico).