Cap 6 – CONVENTO DE CRISTO (CLAUSTROS, REFEITÓRIO E AQUEDUTO)

Aqui vão as 12 fotos restantes do conjunto de 26 que comecei a publicar no mês passado. Completa-se, assim, a primeira fase de pré-edição das imagens que entrarão no capítulo 6, sobre o Convento de Cristo. O livro, caso ainda … Continuar lendo

Cap 4 – BATALHA (CAPELA DO FUNDADOR E CAPELAS IMPERFEITAS)

Mais uma rodada de pré-edição das fotos do Mosteiro da Batalha, produzidas em duas viagens a Portugal: 2009 e 2014. Desse conjunto de 11 imagens, restarão apenas quatro, duas de cada ambiente. Quais você escolheria? Deixe um comentário com a … Continuar lendo

CONVENTO DE CRISTO EM 5 FOTOS

Um passeio por alguns dos lugares mais fascinantes do Convento de Cristo, em Tomar. Já estive três vezes nesse espetacular monumento. E pretendo voltar outras tantas. Aproveito a publicação destas cinco imagens, todas inéditas aqui no blog, para reproduzir um … Continuar lendo

A MAIOR DIOCESE DO MUNDO

Sabia que a Sé do Funchal já foi o mais poderoso templo católico do mundo? Isso mesmo, você leu direitinho: a catedral das fotos aqui publicadas, que nem parece tão especial assim quando vista de fora, foi, durante 22 anos, … Continuar lendo

LARGO DA PORTA DE MOURA

Não há visita à cidade de Évora, patrimônio da humanidade, que possa ser considerada completa sem um passeio pelo Largo da Porta de Moura – o lugar que aparece nesta foto. A estrutura que se vê no primeiro plano, encimada … Continuar lendo

UMA PORTA PARA O CÉU

Mais algumas fotos das Capelas Imperfeitas – agora, por dentro. No post anterior, você leu que, em virtude das mortes do rei D. Duarte em 1437 e do arquiteto Huguet no ano seguinte, as obras do panteão foram abandonadas. O site oficial do Mosteiro da Batalha termina de contar essa história assim:

“No reinado de D. Manuel, com vista à conclusão do panteão foi alterado o projeto inicial, conferindo-lhe maior monumentalidade. É deste período o sumptuoso portal, totalmente esculpido, concebido e executado sob a direção de Mateus Fernandes, um dos grandes mestres manuelinos, tendo sido concluído nos primeiros anos do século 16. As sete capelas funerárias também foram concluídas na época de D. Manuel e têm nas suas abóbadas chaves esculpidas com escudos de armas e emblemas que identificam o seu destinatário.”

O portal das capelas: executado por Mateus Fernandes

O portal das capelas: executado por Mateus Fernandes

“Reinando já D. João III foi ainda levantada, sobre o portal, a varanda renascença, datada 1533, com estrutura e decoração de raiz italiana, atribuída a Miguel de Arruda que, seguramente, a concluiu. Panteão duartino, só nos anos quarenta do século 20 foi, por fim, aqui depositado na capela axial, o túmulo duplo do rei D. Duarte e da rainha D. Leonor, num reencontro talvez definitivo com a história.”

Sobre o pórtico, a varanda: atribuída a Miguel de Arruda

Sobre o pórtico, a varanda: atribuída a Miguel de Arruda

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

TESOURO UNIVERSAL

Episódio da série Visita Guiada sobre o claustro principal do Convento de Cristo. “Sem exagero, esta é uma das mais belas peças da arquitetura europeia do Renascimento”, diz a apresentadora, Paula Moura Pinheiro, logo na abertura do programa. “Mas este claustro é muito mais que um tesouro universal da arte do Renascimento. É a construção que rompe de vez com o nacionalismo de D. Manuel I e abre Portugal ao cosmopolitismo do Renascimento.”

ÍCONE DA RENASCENÇA

Claustro principal do Convento de Cristo, em Tomar, uma das mais belas peças da arquitetura renascentista europeia. Foi o próprio rei, D. João III, a iniciativa de construí-lo. Contratou para a empreitada o maior arquiteto que passou por Portugal no século 16, João de Castilho. Mas acabou ordenando sua destruição parcial não muito tempo depois. Coube ao escultor e arquiteto Diogo de Torralva a missão de repaginá-lo – dessa vez, bebendo na fonte geométrica da antiguidade clássica.

“Com o país a atravessar uma crise económica, não podia tratar-se apenas de um devaneio real”, escreve a RTP em sua plataforma educativa. “Acredita-se que o monarca teve a nítida percepção de que a obra ia ficar para a posteridade. O claustro de D. João III tem a coragem de romper com as concepções excessivas do estilo manuelino para se aproximar das composições harmoniosas e austeras que floresciam então em Itália e França.”

Claustro principal do convento: geometria da antiguidade clássica

Claustro principal: geometria da antiguidade clássica

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados