ANGRA DO HEROÍSMO

É da seguinte maneira que o website Visit Portugal descreve a capital da Ilha Terceira, nos Açores – declarada patrimônio mundial pela Unesco em 1983: “O que torna a Terceira tão especial é o magnífico contraste entre a beleza natural … Continuar lendo

Cap 5 – ALCOBAÇA

Estas são as 10 fotos do Mosteiro de Alcobaça de que mais gosto, clicadas em duas visitas: 2009 e 2014. Entrariam todas no livro que pretendo publicar, sobre os patrimônios mundiais portugueses e suas conexões com a história do Brasil. … Continuar lendo

Cap 4 – BATALHA (CAPELA DO FUNDADOR E CAPELAS IMPERFEITAS)

Mais uma rodada de pré-edição das fotos do Mosteiro da Batalha, produzidas em duas viagens a Portugal: 2009 e 2014. Desse conjunto de 11 imagens, restarão apenas quatro, duas de cada ambiente. Quais você escolheria? Deixe um comentário com a … Continuar lendo

Cap 3 – SINTRA (PALÁCIO DA PENA)

Eis aqui 12 fotos do Palácio da Pena pré-selecionadas para o livro que pretendo publicar, sobre os patrimônios mundiais portugueses e suas conexões com a história do Brasil. Se você tivesse de escolher apenas quatro, quais escolheria? Pergunto porque não … Continuar lendo

Cap 3 – SINTRA (PALÁCIO NACIONAL)

Sigo compartilhando com os amigos a edição das imagens que estarão no livro Portugal – Patrimônios da Humanidade. A ideia, como a maior parte dos seguidores deste blog já deve saber, é que a obra não apenas conte a história dos … Continuar lendo

OS POSTS MAIS VISTOS EM 2016

1º – COLÉGIO DO ESPÍRITO SANTO 2º – UM DOS MONUMENTOS MAIS ESPETACULARES DE PORTUGAL 3º – ROTA DOS VINHOS DO ALENTEJO 4º – ONDE NASCEU O PRIMEIRO REI 5º – A JANELA MAIS IMPORTANTE DE PORTUGAL 6º – MONSARAZ 7º … Continuar lendo

ONDE NASCEU O PRIMEIRO REI

Ele é pequeno se comparado a outras fortalezas medievais que você provavelmente conhece. Mas sua relevância, pelo menos para os portugueses, é inversamente proporcional às suas dimensões. As muralhas do Castelo de Guimarães deram abrigo à corte de D. Afonso … Continuar lendo

SONO ETERNO PARA REIS E SOLDADOS

Um passeio pelo Mosteiro da Batalha, que, no passado mês de maio, foi alçado à categoria de panteão nacional. As fotos são inéditas, todas produzidas durante minha visita ao monumento em setembro de 2014.

Fachada lateral

Fachada lateral

No website da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), lê-se assim sobre o mosteiro:

“Se há monumento que se identifica precocemente com o estatuto de Panteão Nacional, esse é o Mosteiro da Batalha. Porque em todo o seu espaço, como que numa representação da realidade social que forja uma identidade, encontram-se sepultados quem representa as elites governativas, o povo comum e os artistas.”

Nave central e capela-mor

Nave central e capela-mor

Nave central

Nave central

“A Capela do Fundador é documentadamente o primeiro Panteão Régio, mandado erguer expressamente por D. João I em 1426, com esse claro propósito, aí ficando sepultado, conjuntamente com Dª Filipa de Lencastre, no centro do octógono. Esse estatuto foi sendo reafirmado, nos anos seguintes, ao longo da 2ª Dinastia, com a deposição dos restos mortais, nesta mesma capela funerária, do infante mártir, D. Fernando, dos infantes D. João e D. Henrique e, mais tarde, num ato de reconciliação póstuma por parte de D. Afonso V, dos restos mortais de seu tio e regente, D. Pedro, morto na Batalha de Alfarrobeira (1449).”

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

D. Duarte encomendou a mestre Huguet a construção de uma nova capela funerária, também para si e seus descendentes, obra que nunca chegou a ver terminada por motivo da sua morte precoce (em 1437), quase coincidente com a morte de mestre Huguet, um ano após. Na espera que a nova capela fosse terminada – D. Duarte teve sepultura provisória na capela-mor da Igreja; seu filho, D. Afonso V, na Sala do Capítulo conjuntamente com o príncipe D. Afonso de Portugal (o primogénito de D. João II, morto aos 16 anos em queda do cavalo); D. João II, após a trasladação de Silves em 1499, na capela de Nª Srª da Piedade. Pelo que também a Sala do Capítulo (até finais do século 19) e a igreja (até aos anos 30 do século 20, altura em que D. Duarte foi trasladado para as Capelas Imperfeitas), foram panteões régios e nobiliárquicos.”

Claustro

Claustro

Claustro

Claustro

“Apesar de D. Manuel, o Venturoso, ter impulsionado significativamente as obras nas capelas iniciadas por D. Duarte, com o objetivo muito provável de aí também ser tumulado, acabou por desviar-se dessa sua intenção inicial, mandando construir o Mosteiro dos Jerónimos de Lisboa. E quando em 1921 a nação portuguesa decidiu trasladar para a Sala do Capítulo os dois soldados desconhecidos mortos na 1ª Grande Guerra e aqui os homenagear em permanência, essa função de lugar memorial sofreu um significativo impulso e amplitude, porque no Mosteiro da Batalha, para além das elites régias e nobiliárquicas, a partir desta data, ficaram também representadas as gentes anónimas que deram a vida pela sua pátria. Mas além do mais, caso raro ou mesmo único na sua época, tendo em conta o estatuto dos artistas, uma das maiores figuras da arte e arquitectura portuguesa e criador do ‘manuelino’, Mateus Fernandes, morto em 1515, teve a honra de ser sepultado no mosteiro, onde hoje jaz à entrada da igreja.”

Claustro

Claustro

Claustro

Claustro

“Num monumento onde, entre outros, estão sepultados quatro reis e três rainhas, um regente, um príncipe e três infantes, dois soldados desconhecidos e um artista, é um monumento que justifica plenamente o estatuto de Panteão Nacional, com esse estatuto encerrando-se, assim também, neste começo do século 21, um ciclo de reconhecimento do mosteiro como lugar de memória identitária por excelência.”

Capelas Imperfeitas vistas pelo lado de fora do mosteiro

Capelas Imperfeitas vistas pelo lado de fora do mosteiro

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

SERIA ESTA A VERDADEIRA CAPITAL?

E se alguém lhe dissesse que, embora Lisboa leve a fama, é Coimbra a verdadeira capital portuguesa? Pois acredite: há quem defenda essa tese. A origem de tudo remonta a meados do século 13, quando a capital do país realmente … Continuar lendo