VISITA GUIADA ÀS GRAVURAS DO CÔA

Dez fotos clicadas em 2012, durante minha primeira visita às gravuras rupestres do Vale do Côa. Naquela ocasião, foram dois dias seguidos de trabalho, em dois sítios arqueológicos distintos, Penascosa e Canada do Inferno, mas acompanhado da mesma guia. As … Continuar lendo

DOURO DE BARCO

É perfeitamente possível conhecer o Douro navegando. Você pode embarcar num navio de cruzeiro na cidade do Porto e ir até a fronteira com a Espanha. Acho bacana, uma experiência legal de ter no currículo. Sem contar a mudança de perspectiva. Vista de um barco no meio do rio, a paisagem é outra. Tem também a curtição de passar por uma ou mais barragens no caminho, como a da Valeira (32 metros de desnível) e a do Pocinho (20 metros). Mas eu não embarcaria num cruzeiro muito longo – há opções de até 8 dias. Um passeio de dia inteiro entre Peso da Régua e Barca d´Alva, por exemplo, está de bom tamanho.

Navio de Cruzeiro no Douro Superior, em frente aos vinhedos da Quinta do Vale Meão

Navio de cruzeiro no Douro Superior, quase em frente aos vinhedos da Quinta do Vale Meão

Na Barragem da Valeira, em São João da Pesqueira, os barcos vencem um desnível de 32 m

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

PRÓXIMA PARADA: PINHÃO

Essa é a estação ferroviária de Pinhão, em atividade desde 1880 – época em que o Brasil ainda era império. Ela tem 24 painéis de azulejos bem bonitos, que retratam diferentes fases da vindima (a colheita das uvas) no Douro. Pegar o trem aqui, ir até Tua ou Pocinho e voltar é uma delícia. Na estação, há uma pequena loja da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo. Dá para comprar vinho do porto, vinho de mesa, azeite, chá de folhas de videira… Tudo de excelente qualidade.

A estação de Pinhão tem 24 painéis de azulelejos que retratam diferentes fases da vindima no Douro

A estação tem 24 painéis de azulejos que retratam diferentes fases da vindima no Douro

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados