PROVESENDE

Há seis anos, quando fui pela primeira vez ao Douro, acabei passando pela aldeia de Provesende – mais ou menos 10 quilômetros do Pinhão, onde fiquei hospedado por mais de uma semana. A aldeia não estava nos meus planos. Mas quem resiste … Continuar lendo

TORRE DE MONCORVO

Em tese, eu não deveria ter ido a Torre de Moncorvo quando passei dias seguidos explorando a Região Demarcada do Douro, em 2012. Afinal, a vila não está na área declarada patrimônio da humanidade. Ora, se o nome deste projeto … Continuar lendo

ABRIGO AOS PEREGRINOS

Essa é a igreja matriz de Castelo Rodrigo, fundada no século 13 pela Confraria dos Frades de Nossa Senhora de Rocamadour (uma congregação que se dedicava à assistência dos peregrinos compostelanos). O Igespar, Instituto de Gestão do Patrimônio Arquitetônico e Arqueológico de Portugal, resume assim sua história:

“A antiga vila de Castelo Rodrigo, cercada pelas muralhas edificadas no reinado de D. Dinis, estava integrada na rede medieval dos caminhos de peregrinação de Santiago de Compostela, pelo que o templo paroquial edificado no centro da praça de armas servia de abrigo aos peregrinos que por ali passavam. A igreja mantém a tipologia primitiva, algo eclética, uma vez que apresenta um modelo de transição entre o românico e o gótico (…). Essa estrutura assemelha-se a alguns templos da região, como as matrizes de Escarigo, Mata de Lobos ou Vilar de Torpim. No entanto, foram executadas campanhas de obras posteriores, nomeadamente nos séculos 16 e 17, que alteraram o programa decorativo do templo.”

Igreja matriz de Castelo Rodrigo: fundada no século 13 pela Confraria dos Frades de Nossa Senhora de Rocamadour

Matriz de Castelo Rodrigo: fundada no século 13 pela Confraria de Nossa Senhora de Rocamadour

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

FIM DE TARDE EM FAVAIOS

Eis a Igreja Matriz de Favaios e um pouco da Rua Direita, ambas citadas no post do seu Joaquim, semana passada. Do senhorzinho simpático que me vendeu uma garrafa de moscatel, lamentavelmente não tenho fotos. Deveria muito tê-lo clicado, mas não o cliquei. Pelo menos a igreja eu registrei. Finzinho de tarde, como se pode notar. Dali, segui para a vila de Pinhão, onde estava hospedado. Mais um dia extraordinário de viagem pelo Douro que se encerrava.

A Igreja Matriz e um pouco da Rua Direita num glorioso fim de tarde em Favaios

A Igreja Matriz e um pouco da Rua Direita num fim de tarde glorioso em Favaios

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados