Cap 6 – CONVENTO DE CRISTO (CHAROLA E MURALHA)

Estas são 14 das 26 fotos do Convento de Cristo de que mais gosto, clicadas em duas visitas a Tomar, 2009 e 2014. Preciso reduzi-las a um conjunto de, no máximo, cinco imagens. Quais você escolheria? De novo, peço ajuda … Continuar lendo

Cap 3 – SINTRA (PALÁCIO DA PENA)

Eis aqui 12 fotos do Palácio da Pena pré-selecionadas para o livro que pretendo publicar, sobre os patrimônios mundiais portugueses e suas conexões com a história do Brasil. Se você tivesse de escolher apenas quatro, quais escolheria? Pergunto porque não … Continuar lendo

SÍMBOLO DO PORTUGAL ATLÂNTICO

Torre de Belém, 7 horas da manhã. Precisei madrugar quatro dias seguidos diante do monumento até conseguir esta foto. Nas tentativas anteriores, o sol havia teimado em não dar as caras. Naquela sexta-feira, contudo, acabei por vencê-lo pela insistência. E … Continuar lendo

QUASE COMO NOVA

Passados mais de 500 anos desde a conclusão da sua obra original, em 1510, a Igreja de São Francisco, em Évora, está praticamente como nova graças a uma minuciosa restauração. O trabalho, iniciado em junho de 2014 e terminado 15 … Continuar lendo

A MAIOR DIOCESE DO MUNDO

Sabia que a Sé do Funchal já foi o mais poderoso templo católico do mundo? Isso mesmo, você leu direitinho: a catedral das fotos aqui publicadas, que nem parece tão especial assim quando vista de fora, foi, durante 22 anos, … Continuar lendo

AS CANHONEIRAS DA TORRE

Quem já esteve na Torre de Belém, declarada patrimônio mundial em 1983, sabe que ela é composta de cinco pavimentos, ou “andares”, aos quais o visitante tem acesso por uma claustrofóbica escada em espiral. Mas a visita não começa pela … Continuar lendo

A GUARDIÃ DO TEJO

A GUARDIÃ DO TEJO

Fim de tarde em Lisboa com céu aberto e um ameaço de pôr do sol. Olhando a foto, nem parece que aquele tinha sido um dia tristemente chuvoso, bem pouco promissor. Mas eu sabia que a chuvarada de horas antes deixaria … Continuar lendo

ASSOMBRO E DESLUMBRAMENTO

Já que um dos temas do post anterior foi a Igreja de Santa Maria de Belém, convido-os para um rápido passeio pela sua nave central. Este é um dos lugares mais impactantes de Portugal. Quem entra na igreja pela primeira vez corre o risco de, como eu, experimentar uma sensação meio esquisita, mistura de assombro com deslumbramento. As dimensões da nave intimidam, fazem a gente se sentir insignificante. Mas são, ao mesmo tempo, um convite irresistível à exploração.

Nave central da Igreja de Santa Maria de Belém, Mosteiro dos Jerónimos: dimensões que intimidam

Nave central da Igreja de Santa Maria de Belém, em Lisboa: dimensões que intimidam

Santa Maria de Belém é um bom exemplo daquilo que os arquitetos chamam de igreja-salão – ou seja, basicamente constituída de um único e uniforme salão, com naves de mesma altura. Característico do Gótico Tardio, esse estilo de construir igrejas fez escola em Portugal. Foi adotado também em pelo menos outros 10 importantes edificações reliosas do país (entre eles, o Mosteiro de Alcobaça e a Igreja de Santo Antão, em Évora, para citar apenas os declarados patrimônios mundiais pela Unesco).

Janelão com vitral de Abel Manta: intervenção modernista

Janelão com vitral de Abel Manta: intervenção modernista

O website do Mosteiro dos Jerónimos descreve assim a Igreja de Santa Maria de Belém:

“A Igreja apresenta uma planta em cruz latina, composta por três naves à mesma altura (igreja salão), reunidas por uma única abóbada polinervada assente em seis pilares de base circular. Quando se entra, encontram-se os túmulos de Vasco da Gama (sub-coro esquerdo) e de Luís de Camões (sub-coro direito), ambos do século 19, do escultor Costa Mota. Continuando, na parede norte, podem apreciar-se os confessionários e, no lado sul, os janelões decorados com vitrais da autoria de Abel Manta e execução de R. Leone (já do século 20).

A abóbada do cruzeiro cobre, de um só voo, uma largura de 30 metros. Representa “a realização mais acabada da ambição tardo medieval de cobrir o maior vão possível com o mínimo de suportes” (Kubler). Neste espaço livre, em que se encontra toda a simbologia régia, a profusão de ornatos atinge o seu auge. No braço esquerdo do transepto estão sepultados os restos mortais do Cardeal-Rei D. Henrique e os dos filhos de D. Manuel I. No braço direito do transepto encontra-se o túmulo do Rei D. Sebastião e dos descendentes de D. João III.”

O túmulo de Luís de Camões no sub-coro direito, logo na entrada da igreja: obra do século 19 assinada por Costa Mota

O túmulo de Camões no sub-coro direito: obra do século 19 assinada pelo escultor Costa Mota

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

PRAÇA DA REPÚBLICA

PRAÇA DA REPÚBLICA

Fiquei tanto tempo sem passar pelo Alentejo aqui no blog que agora não quero mais ir embora. Semana passada, Évora. Esta semana, Elvas. E começo esta nova série de posts não pelas fortalezas que lhe valeram o título de patrimônio … Continuar lendo