Cap 6 – CONVENTO DE CRISTO (CHAROLA E MURALHA)

Estas são 14 das 26 fotos do Convento de Cristo de que mais gosto, clicadas em duas visitas a Tomar, 2009 e 2014. Preciso reduzi-las a um conjunto de, no máximo, cinco imagens. Quais você escolheria? De novo, peço ajuda … Continuar lendo

Cap 5 – ALCOBAÇA

Estas são as 10 fotos do Mosteiro de Alcobaça de que mais gosto, clicadas em duas visitas: 2009 e 2014. Entrariam todas no livro que pretendo publicar, sobre os patrimônios mundiais portugueses e suas conexões com a história do Brasil. … Continuar lendo

Cap 3 – SINTRA (CASTELO DOS MOUROS)

Dando sequência à pré-edição das fotos, e encerrando a série Sintra, aqui vão cinco imagens do Castelo dos Mouros – lugar no qual estive duas vezes, em 2009 e 2012. A maioria dos leitores já deve saber: estou compartilhando com … Continuar lendo

ONDE NASCEU O PRIMEIRO REI

Ele é pequeno se comparado a outras fortalezas medievais que você provavelmente conhece. Mas sua relevância, pelo menos para os portugueses, é inversamente proporcional às suas dimensões. As muralhas do Castelo de Guimarães deram abrigo à corte de D. Afonso … Continuar lendo

PANTEÃO NACIONAL

Na semana passada, mostrei aqui no blog o Mosteiro de Alcobaça. Esta semana, será a vez do Mosteiro da Batalha, outra preciosidade do Centro de Portugal. Começando por esta foto da fachada principal do monumento, uma imagem que permanecia inédita, … Continuar lendo

REAL ABADIA DE SANTA MARIA

Esta semana, revisitarei aqui no blog o extraordinário Mosteiro de Alcobaça, um dos mais belos monumentos de Portugal, declarado patrimônio mundial em 1989. Trata-se, portanto, de uma obra-prima do gênio criativo da humanidade. Entre as justificativas para a inscrição do … Continuar lendo

IGREJA DE SANTO ANTÃO

No post anterior, você viu dois dos ícones da Praça do Giraldo: os arcos e a fonte barroca. Aqui vai um terceiro, a Igreja de Santo Antão. Sua construção, ordenada pelo Cardeal-Rei D. Henrique, teve início em 1557. Foi classificada como Imóvel de Interesse Público em 1970.

Igreja de Santo Antão: uma das mais importantes de Évora

Igreja de Santo Antão: uma das mais importantes de Évora

Um recorte da fachada: construção teve início em 1557

Um recorte da fachada: construção teve início em 1557

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

ARCOS DE GIRALDO

Esses são os arcos de Giraldo, uma das praças mais legais que eu conheço – ainda que ela nunca apareça nos rankings que as revistas de turismo publicam de vem em quando. Todos, absolutamente todos os caminhos de Évora convergem para este lugar. E dizem que sempre foi assim, desde a fundação da cidade, no início da década de 1570.

Évora

Arcos da Praça do Giraldo, em Évora

A fonte barroca de Giraldo: oito bicas, cada qual associada a uma rua

Fonte barroca de Giraldo

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

A ORDEM DE CISTER

Algum tempo atrás, vasculhando a internet atrás de informação confiável sobre o Mosteiro de Alcobaça, descobri um livro excelente sobre a Ordem de Cister. Trata-se de O Esplendor da Austeridade, obra organizada pelo historiador, jornalista e ensaísta José Eduardo Franco. Reproduzo a seguir 2 ou 3 parágrafos, extraídos de um artigo assinado por V.G. Teixeira.

“Portugal foi extremamente importante na história de Cister, tal como Cister foi relevante no processo de afirmação do Reino de Portugal como entidade política autónoma. Desde a (re)fundação cisterciense de Tarouca em 1144, depois de várias tentativas de fixação dos Monges Brancos em Portugal sob patrocínio e proteção de D. Afonso Henriques e da aristocracia portucalense, até à exclaustração de 1834, Cister foi uma das mais destacadas instituições religiosas da história nacional, moldando mentalidades, animando cultural e educacionalmente, arroteando terras, explorando, produzindo, como pioneiros de povoamento, entre outras realizações.”

Mosteiro de Alcobaça, o maior do Reino de Portugal e um dos maiores da Ordem de Cister

Mosteiro de Alcobaça, o maior do reino e um dos maiores da Ordem de Cister

“Os séculos 12 e 13 foram as centúrias do apogeu de Cister em Portugal, como em toda a cristandade, destacando-se a abadia de Alcobaça, a maior do reino e uma das maiores da Ordem. As comunidades cistercienses sofreram as mesmas vicissitudes que as das outras ordens religiosas a partir de Trezentos, com o declínio económico, espiritual e demográfico que provocou a reforma da Ordem no século 16, quando se instituiu a Congregação de Alcobaça.

A malha conventual foi renovada, em termos estruturais e de formação dos monges, assumindo a estética do Barroco de forma imponente no panorama monástico português. O património, material como imaterial, de Cister em Portugal é enorme, com um legado impressivo, mesmo depois da extinção de 1834.”

A abadia é um retrato da importância que os cisternienses tiveram na história de Portugal

A abadia é um retrato da importância que os cisternienses tiveram na história de Portugal

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

Aqui, uma reportagem da RTP2 sobre o livro.

CONVENTO DE CRISTO EM P&B II

Uma amostra do sistema defensivo do Castelo dos Templários, em Tomar, com suas muralhas e sua torre de menagem.

A muralha do castelo templário: fundado em 1160 pelo grão-mestre Gualdim Pais

A muralha do castelo templário: fundado em 1160 pelo grão-mestre Gualdim Pais

Aqui vai um pouco de história, em texto extraído do website do Convento de Cristo:

“Tomar nasce da doação do Castelo de Ceras e seu termo aos templários, por D. Afonso Henriques em 1159. O território era atravessado a sul pelo Rio Tomar, com um fértil vale limitado a poente por uma cadeia de colinas de relevo acentuado. Foi numa dessas colinas, sobranceira ao rio, que Mestre D. Gualdim Pais, fundou, em 1160, o castelo e a vila de Tomar.”

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Vista parcial da alcáçova e sua torre de menagem: erguidas na parte mais elevada da colina

“O castelo era constituído por uma cintura de muralhas que rodeavam o cabeço. Duas cortinas de muralha dividiam-no interiormente em três recintos. Na parte sul da fortaleza, situava-se o recinto vila, onde hoje está o laranjal. A norte, na parte mais elevada da colina foi estabelecida a casa militar dos templários, flanqueada a nascente pela casa do mestre, a alcáçova com a sua torre de menagem, e a poente pelo oratório dos cavaleiros, a Charola. Separava estes dois recintos um terceiro, o vasto terreiro do castelo, hoje espaço ajardinado.”

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De novo, o conjunto alcáçova e torre de menagem: uma obra magnífica de engenharia militar

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados