Cap 4 – BATALHA (NAVE E CLAUSTRO)

Destas oito imagens do Mosteiro da Batalha, devem sobrar apenas duas. Quais você escolheria? Detalhe: elas não podem ser do mesmo ambiente. Uma tem de retratar, obrigatoriamente, a nave, e a outra, o claustro. Tenho as minhas preferidas, por óbvio, … Continuar lendo

Cap 4 – BATALHA (EXTERNAS)

Onze fotos externas do Mosteiro da Batalha, que reputo entre os três monumentos mais espetaculares de Portugal – ao lado do Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, e do Forte de Nossa Senhora da Graça, em Elvas. Quais são as três … Continuar lendo

DIVULGANDO PORTUGAL NO BRASIL

Notícia fresquinha para os seguidores deste blog e para aqueles que acompanham meu trabalho também no Facebook: a próxima edição da revista Fotografe Melhor trará uma reportagem de 6 ou 7 páginas sobre o projeto Portugal – Patrimônios da Humanidade. … Continuar lendo

CONVENTO DE CRISTO EM 5 FOTOS

Um passeio por alguns dos lugares mais fascinantes do Convento de Cristo, em Tomar. Já estive três vezes nesse espetacular monumento. E pretendo voltar outras tantas. Aproveito a publicação destas cinco imagens, todas inéditas aqui no blog, para reproduzir um … Continuar lendo

SONO ETERNO PARA REIS E SOLDADOS

Um passeio pelo Mosteiro da Batalha, que, no passado mês de maio, foi alçado à categoria de panteão nacional. As fotos são inéditas, todas produzidas durante minha visita ao monumento em setembro de 2014.

Fachada lateral

Fachada lateral

No website da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), lê-se assim sobre o mosteiro:

“Se há monumento que se identifica precocemente com o estatuto de Panteão Nacional, esse é o Mosteiro da Batalha. Porque em todo o seu espaço, como que numa representação da realidade social que forja uma identidade, encontram-se sepultados quem representa as elites governativas, o povo comum e os artistas.”

Nave central e capela-mor

Nave central e capela-mor

Nave central

Nave central

“A Capela do Fundador é documentadamente o primeiro Panteão Régio, mandado erguer expressamente por D. João I em 1426, com esse claro propósito, aí ficando sepultado, conjuntamente com Dª Filipa de Lencastre, no centro do octógono. Esse estatuto foi sendo reafirmado, nos anos seguintes, ao longo da 2ª Dinastia, com a deposição dos restos mortais, nesta mesma capela funerária, do infante mártir, D. Fernando, dos infantes D. João e D. Henrique e, mais tarde, num ato de reconciliação póstuma por parte de D. Afonso V, dos restos mortais de seu tio e regente, D. Pedro, morto na Batalha de Alfarrobeira (1449).”

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

D. Duarte encomendou a mestre Huguet a construção de uma nova capela funerária, também para si e seus descendentes, obra que nunca chegou a ver terminada por motivo da sua morte precoce (em 1437), quase coincidente com a morte de mestre Huguet, um ano após. Na espera que a nova capela fosse terminada – D. Duarte teve sepultura provisória na capela-mor da Igreja; seu filho, D. Afonso V, na Sala do Capítulo conjuntamente com o príncipe D. Afonso de Portugal (o primogénito de D. João II, morto aos 16 anos em queda do cavalo); D. João II, após a trasladação de Silves em 1499, na capela de Nª Srª da Piedade. Pelo que também a Sala do Capítulo (até finais do século 19) e a igreja (até aos anos 30 do século 20, altura em que D. Duarte foi trasladado para as Capelas Imperfeitas), foram panteões régios e nobiliárquicos.”

Claustro

Claustro

Claustro

Claustro

“Apesar de D. Manuel, o Venturoso, ter impulsionado significativamente as obras nas capelas iniciadas por D. Duarte, com o objetivo muito provável de aí também ser tumulado, acabou por desviar-se dessa sua intenção inicial, mandando construir o Mosteiro dos Jerónimos de Lisboa. E quando em 1921 a nação portuguesa decidiu trasladar para a Sala do Capítulo os dois soldados desconhecidos mortos na 1ª Grande Guerra e aqui os homenagear em permanência, essa função de lugar memorial sofreu um significativo impulso e amplitude, porque no Mosteiro da Batalha, para além das elites régias e nobiliárquicas, a partir desta data, ficaram também representadas as gentes anónimas que deram a vida pela sua pátria. Mas além do mais, caso raro ou mesmo único na sua época, tendo em conta o estatuto dos artistas, uma das maiores figuras da arte e arquitectura portuguesa e criador do ‘manuelino’, Mateus Fernandes, morto em 1515, teve a honra de ser sepultado no mosteiro, onde hoje jaz à entrada da igreja.”

Claustro

Claustro

Claustro

Claustro

“Num monumento onde, entre outros, estão sepultados quatro reis e três rainhas, um regente, um príncipe e três infantes, dois soldados desconhecidos e um artista, é um monumento que justifica plenamente o estatuto de Panteão Nacional, com esse estatuto encerrando-se, assim também, neste começo do século 21, um ciclo de reconhecimento do mosteiro como lugar de memória identitária por excelência.”

Capelas Imperfeitas vistas pelo lado de fora do mosteiro

Capelas Imperfeitas vistas pelo lado de fora do mosteiro

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

SÉCULOS DE HISTÓRIA

Publico hoje 10 fotos inéditas do Mosteiro de Alcobaça, todas produzidas durante minha mais recente visita ao monumento, em 2014, quando lá estive com o apoio da ARPT Centro de Portugal. Junto com as imagens, um pouco mais de história, … Continuar lendo

ÉVORA EM P&B – SÉ E SÃO FRANCISCO

Mais um post da série de Évora em preto-e-branco. Desta vez, um conjunto de 10 imagens retranto duas das principais atrações da cidade: a Sé Catedral e a Igreja de São Francisco, todas clicadas durante minha mais recente visita ao … Continuar lendo

PRESS TRIP 2015 – DIA 26 – LISBOA

Sábado, 17 de outubro. Dia de fotografar o Mosteiro dos Jerónimos, declarado patrimônio mundial pela UNESCO em 1983. Em condições normais, eu estaria na frente do monumento às 7 horas da manhã, para fotografar sua fachada iluminada pelos primeiros raios … Continuar lendo

PRESS TRIP 2015 – DIA 10 – ALENTEJO

Évora. Quinta-feira, dia 1º de outubro. Dessa vez, acordei bem cedo, por volta das 5h30. Tomei banho, um café da manhã improvisado no quarto e fui pra rua, clicar pelo menos algumas das fotos marcadas no dia anterior. Às 6h30, … Continuar lendo

VIDA CONVENTUAL

Esta galeria contém 8 imagens.

Um passeio pelas ruínas e pelo centro interpretativo do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. Os textos são rigorosamente os mesmos apresentados ao público que visita o monumento. “O claustro: era o coração do mosteiro, pois ligava, entre si, as dependências mais … Continuar lendo