Cap 6 – CONVENTO DE CRISTO (CLAUSTROS, REFEITÓRIO E AQUEDUTO)

Aqui vão as 12 fotos restantes do conjunto de 26 que comecei a publicar no mês passado. Completa-se, assim, a primeira fase de pré-edição das imagens que entrarão no capítulo 6, sobre o Convento de Cristo. O livro, caso ainda … Continuar lendo

Cap 6 – CONVENTO DE CRISTO (CHAROLA E MURALHA)

Estas são 14 das 26 fotos do Convento de Cristo de que mais gosto, clicadas em duas visitas a Tomar, 2009 e 2014. Preciso reduzi-las a um conjunto de, no máximo, cinco imagens. Quais você escolheria? De novo, peço ajuda … Continuar lendo

SONO ETERNO PARA REIS E SOLDADOS

Um passeio pelo Mosteiro da Batalha, que, no passado mês de maio, foi alçado à categoria de panteão nacional. As fotos são inéditas, todas produzidas durante minha visita ao monumento em setembro de 2014.

Fachada lateral

Fachada lateral

No website da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), lê-se assim sobre o mosteiro:

“Se há monumento que se identifica precocemente com o estatuto de Panteão Nacional, esse é o Mosteiro da Batalha. Porque em todo o seu espaço, como que numa representação da realidade social que forja uma identidade, encontram-se sepultados quem representa as elites governativas, o povo comum e os artistas.”

Nave central e capela-mor

Nave central e capela-mor

Nave central

Nave central

“A Capela do Fundador é documentadamente o primeiro Panteão Régio, mandado erguer expressamente por D. João I em 1426, com esse claro propósito, aí ficando sepultado, conjuntamente com Dª Filipa de Lencastre, no centro do octógono. Esse estatuto foi sendo reafirmado, nos anos seguintes, ao longo da 2ª Dinastia, com a deposição dos restos mortais, nesta mesma capela funerária, do infante mártir, D. Fernando, dos infantes D. João e D. Henrique e, mais tarde, num ato de reconciliação póstuma por parte de D. Afonso V, dos restos mortais de seu tio e regente, D. Pedro, morto na Batalha de Alfarrobeira (1449).”

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

Capela do Fundador

D. Duarte encomendou a mestre Huguet a construção de uma nova capela funerária, também para si e seus descendentes, obra que nunca chegou a ver terminada por motivo da sua morte precoce (em 1437), quase coincidente com a morte de mestre Huguet, um ano após. Na espera que a nova capela fosse terminada – D. Duarte teve sepultura provisória na capela-mor da Igreja; seu filho, D. Afonso V, na Sala do Capítulo conjuntamente com o príncipe D. Afonso de Portugal (o primogénito de D. João II, morto aos 16 anos em queda do cavalo); D. João II, após a trasladação de Silves em 1499, na capela de Nª Srª da Piedade. Pelo que também a Sala do Capítulo (até finais do século 19) e a igreja (até aos anos 30 do século 20, altura em que D. Duarte foi trasladado para as Capelas Imperfeitas), foram panteões régios e nobiliárquicos.”

Claustro

Claustro

Claustro

Claustro

“Apesar de D. Manuel, o Venturoso, ter impulsionado significativamente as obras nas capelas iniciadas por D. Duarte, com o objetivo muito provável de aí também ser tumulado, acabou por desviar-se dessa sua intenção inicial, mandando construir o Mosteiro dos Jerónimos de Lisboa. E quando em 1921 a nação portuguesa decidiu trasladar para a Sala do Capítulo os dois soldados desconhecidos mortos na 1ª Grande Guerra e aqui os homenagear em permanência, essa função de lugar memorial sofreu um significativo impulso e amplitude, porque no Mosteiro da Batalha, para além das elites régias e nobiliárquicas, a partir desta data, ficaram também representadas as gentes anónimas que deram a vida pela sua pátria. Mas além do mais, caso raro ou mesmo único na sua época, tendo em conta o estatuto dos artistas, uma das maiores figuras da arte e arquitectura portuguesa e criador do ‘manuelino’, Mateus Fernandes, morto em 1515, teve a honra de ser sepultado no mosteiro, onde hoje jaz à entrada da igreja.”

Claustro

Claustro

Claustro

Claustro

“Num monumento onde, entre outros, estão sepultados quatro reis e três rainhas, um regente, um príncipe e três infantes, dois soldados desconhecidos e um artista, é um monumento que justifica plenamente o estatuto de Panteão Nacional, com esse estatuto encerrando-se, assim também, neste começo do século 21, um ciclo de reconhecimento do mosteiro como lugar de memória identitária por excelência.”

Capelas Imperfeitas vistas pelo lado de fora do mosteiro

Capelas Imperfeitas vistas pelo lado de fora do mosteiro

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

ÉVORA EM P&B – SÉ E SÃO FRANCISCO

Mais um post da série de Évora em preto-e-branco. Desta vez, um conjunto de 10 imagens retranto duas das principais atrações da cidade: a Sé Catedral e a Igreja de São Francisco, todas clicadas durante minha mais recente visita ao … Continuar lendo

UMA DAS MAIS BELAS IGREJAS DE ELVAS

Dando sequência ao post anterior, aqui vão mais três fotos da Igreja do Salvador, em Elvas, no Alto Alentejo. A primeira imagem desta sequência evidencia a posição privilegiada que ela ocupa na cidade. Sua fachada principal, flanqueada por duas torres … Continuar lendo

IGREJA DO SALVADOR

No mapa do pequeno centro histórico de Elvas, entregue a todo mundo que visita o centro de informações turísticas da cidade, estão marcadas nada menos que 15 monumentos religiosos, entre capelas, igrejas e conventos. Não conheci todos eles, mas quase. … Continuar lendo

QUASE COMO NOVA

Passados mais de 500 anos desde a conclusão da sua obra original, em 1510, a Igreja de São Francisco, em Évora, está praticamente como nova graças a uma minuciosa restauração. O trabalho, iniciado em junho de 2014 e terminado 15 … Continuar lendo

A MAIOR DIOCESE DO MUNDO

Sabia que a Sé do Funchal já foi o mais poderoso templo católico do mundo? Isso mesmo, você leu direitinho: a catedral das fotos aqui publicadas, que nem parece tão especial assim quando vista de fora, foi, durante 22 anos, … Continuar lendo

PRESS TRIP 2015 – DIA 10 – ALENTEJO

Évora. Quinta-feira, dia 1º de outubro. Dessa vez, acordei bem cedo, por volta das 5h30. Tomei banho, um café da manhã improvisado no quarto e fui pra rua, clicar pelo menos algumas das fotos marcadas no dia anterior. Às 6h30, … Continuar lendo

PRESS TRIP 2015 – DIA 4 – MADEIRA

Sexta-feira, 25 de setembro. Às 7 da manhã, lá estava eu no Miradouro do Pináculo, extremo leste do concelho do Funchal. Céu baixo, carregado. As luzes da cidade ainda acesas. E um poste atrás de mim tingindo de vermelho todo o … Continuar lendo