D. DUARTE E LEONOR DE ARAGÃO

Esta galeria contém 5 imagens.

Uma sequência de imagens da arca tumular de D. Duarte, 11º rei de Portugal (à direita nas fotos), e da rainha D. Leonor. O túmulo duplo fica nas Capelas Imperfeitas, um dos lugares mais fascinantes do Mosteiro da Batalha. © Fotos: … Continuar lendo

O TÚMULO DE D. PEDRO

Detalhes da arca tumular de D. Pedro I, um dos highlights mais disputados do Mosteiro de Alcobaça. O que mais atrai os visitantes, porém, não é a riqueza da sua ornamentação, mas a história de amor que o rei viveu com Inês de Castro – um romance proibido, que marcou a história e a cultura portuguesas. A cenas esculpidas no túmulo narram a trajetória de São Bartolomeu, santo protetor de D. Pedro. Uma representação da Roda da Vida simboliza sua própria história e seu amor por Inês.

Túmulo de D. Pedro I, Mosteiro de Alcobaça: um dos highlights mais disputados

Túmulo de D. Pedro I, no Mosteiro de Alcobaça: um dos highlights mais disputados

A arca é ricamente esculpida: cenas da trajetória de São Bartolomeu

A arca é ricamente esculpida: cenas da vida de S. Bartolomeu

Roda da Vida: símbolo da vida de D. Pedro e seu amor por Inês de Castro

Roda da Vida: ela representa a história de D. Pedro e seu amor por Inês de Castro

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

PANTEÃO RÉGIO

A Capela do Fundador, no Mosteiro da Batalha: glória ao rei D. João I e à rainha D. Filipa

A Capela do Fundador, no Mosteiro da Batalha: glória ao rei D. João I e à rainha D. Filipa

O túmulo do casal real: maior arca gótica quatrocentista em Portugal

O túmulo do casal real: maior arca gótica quatrocentista em Portugal

A abóbada estrelada da capela: arquitetura ousada

A abóbada estrelada da capela: arquitetura ousada

Três imagens da Capela do Fundador, um dos ambientes mais fascinantes do Mosteiro da Batalha. O website do monumento informa o seguinte sobre esse lugar:

“Encostada à direita da fachada principal, ergue-se a Capela do Fundador. Não estando prevista no plano inicial do mosteiro, deve-se à decisão de D. João I fazer um panteão familiar, tendo cabido a mestre Huguet a responsabilidade do seu planeamento e construção, concluída por volta de 1433/34. É um espaço cheio de significado histórico e artístico. Com ele surge, pela primeira vez em Portugal, um local próprio exclusivamente destinado a panteão régio. São importantes as suas propostas, arquitetónicas e escultóricas. De planta quadrangular, transmuta-se ao centro num octógono coberto com uma complexa abóbada estrelada que se transforma em autêntico dossel glorificador do rei D. João I e da rainha D. Filipa de Lencastre, inumados em grandiosa arca tumular.

Sobre a tampa desta que é a maior arca gótica quatrocentista em Portugal estão esculpidos os jacentes emparelhados do casal régio, mão dada, cobertos por baldaquinos com os seus escudos de armas; no rebordo, por entre ramos e folhas, as suas divisas Y me plet e por bem; nas face, duas longas inscrições em latim resumem os seus méritos e ações; na cabeceira, a cruz da Ordem da Jarreteira (que D. João recebeu) com a inscrição hinny soit qui mal y pense.”

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados