LEMBRANÇAS DE CASTELO RODRIGO

Vai aqui um conjuntinho de nove fotos feitas por mim em Castelo Rodrigo, aldeia histórica do Centro de Portugal, na visita que fiz ao lugar em 2014. Elas permaneciam inéditas aqui no blog. Senhor, que saudade eu sinto dos dias … Continuar lendo

CENAS DE CASTELO RODRIGO

Mais alguns registros da minha passagem por Castelo Rodrigo em setembro de 2014. Sair caminhando pela aldeia é isso aí, uma foto a cada esquina, inclusive à noite. O lugar é minúsculo, tem meia dúzia de ruelas e cerca de 200 habitantes. Ou seja: é perfeitamente possível se programar para conhecê-lo no esquema day trip, como faz a maior parte dos visitantes. Recomendo, no entanto, que você dê um perdido na regra e faça exatamente como eu fiz: transforme Castelo Rodrigo na sua base para explorar a região. Há pelo menos uma excelente opção de hospedagem, a Casa da Cisterna. E não faltam programas muito bacanas num raio de 20 a 70 quilômetros.

Rua da Tapada

Rua da Tapada, uma das mais bonitinhas – e floridas – de Castelo Rodrigo

Deve ser incrível passar a infância numa aldeia como esta

Deve ser incrível passar a infância numa aldeia como esta

Cai a noite em Castelo Rodrigo

Entre as 20h e as 20h30, cores intensas tomam conta do povoado

Caminhar a esmo pelas ruelas é uma delícia

Com noite alta, fica ainda mais gostoso caminhar pelas ruelas

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

PRESS TRIP 2014 – DIAS 7 a 11

Ritmo muito intenso de trabalho e poucas horas de sono desde que cheguei a Castelo Rodrigo, na segunda-feira passada. Por isso, vou resumir aqui, em um único post, os cinco últimos dias de viagem. Só assim conseguirei tirar o atraso dos relatos. Deixarei os detalhes de cada lugar visitado para quando voltar o Brasil.

Castelo Rodrigo é incrível, uma aldeia histórica situada no topo de uma colina com aproximadamente 800 metros de altura. Fica bem perto da fronteira com a Espanha e está funcionando como base para a exploração das gravuras rupestres do Vale do Côa. Ontem, visitei o sítio arqueológico de Penascosa. Hoje, o da Ribeira de Piscos. Ambos são extraordinários. Mas foi Penascosa o que mais me deixou boquiaberto. A visita, comandada pela bióloga Ana Berliner, foi noturna. Com luz artificial, a gravuras saltam muito mais aos olhos. E proporcionam ao visitante uma experiência inesquecível. Recomendo fortemente.

Além das gravuras, estive também na Reserva Natural da Faia Brava, guiado pelo biólogo Pedro Prata, e no Museu do Côa, onde fui conduzido por ninguém menos que o próprio diretor da instituição, o arqueólogo António Martinho Baptista.

Devo um agradecimento especialíssimo à Ana, que, além de me levar a Penascosa e viabilizar minha visita à Quinta de Ervamoira, está me recebendo com uma generosidade incomum em sua guesthouse, a Casa da Cisterna. E não poderia deixar de agradecer, ainda, à amável Sónia Teixeira, da Ervamoira, que hoje foi me buscar de Land Rover no fim da trilha para a Ribeira de Piscos. Sem essa quebrada de galho, eu não teria conseguido visitar a quinta.

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