MUSEU DE ALBERTO SAMPAIO

Não há visita completa a Guimarães, na região Norte de Portugal, sem uma passada, ainda que rápida, pelo Museu de Alberto Sampaio. Ele ocupa alguns edifícios anexos à Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, uma das principais atrações da cidade, … Continuar lendo

NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

Guimarães em dia de nevoeiro, linda como ela só. O nome completo da igreja da foto é Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos. Ou, se preferir, Igreja de São Gualter, padroeiro da cidade. Ela fica fora da área declarada … Continuar lendo

Cap 8 – GUIMARÃES

Reúno neste post as 20 fotos do centro histórico de Guimarães que considero minhas melhores. Dessas, sobrarão apenas 2 ou 3, talvez até menos, levando-se em conta que ainda pretendo voltar à cidade para mais uma incursão fotográfica. Refiro-me, caso … Continuar lendo

DIVULGANDO PORTUGAL NO BRASIL

Notícia fresquinha para os seguidores deste blog e para aqueles que acompanham meu trabalho também no Facebook: a próxima edição da revista Fotografe Melhor trará uma reportagem de 6 ou 7 páginas sobre o projeto Portugal – Patrimônios da Humanidade. … Continuar lendo

ONDE NASCEU O PRIMEIRO REI

Ele é pequeno se comparado a outras fortalezas medievais que você provavelmente conhece. Mas sua relevância, pelo menos para os portugueses, é inversamente proporcional às suas dimensões. As muralhas do Castelo de Guimarães deram abrigo à corte de D. Afonso … Continuar lendo

BORA PRA PORTUGAL!

BORA PRA PORTUGAL!

NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA

Ela é um dos mais significativos exemplares de arquitetura gótica do norte de Portugal. E ajuda a fazer do Largo da Oliveira, em Guimarães, um dos lugares mais incríveis do país. A Igreja de Nossa Senhora da Oliveira foi mandada construir pelo rei D. João I, no fim do século 14, para honrar um voto feito à Virgem da Oliveira, pela vitória na Batalha de Aljubarrota.

Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães: arquitetura gótica do norte de Portugal

Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães: belo exemplar de arquitetura gótica do norte de Portugal

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

No website da Guimarães Turismo, lê-se o seguinte sobre a igreja:

“As origens da Insigne e Real Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira remontam ao mosteiro dedicado ao Salvador do Mundo, à Virgem de Santa Maria e aos Santos Apóstolos, fundado pela condessa Mumadona Dias, cerca de 950. A invocação de Nossa Senhora da Oliveira prevalece após 1342, com o reverdecimento de uma oliveira na praça fronteira.

A edificação atual evidencia as sucessivas remodelações e acrescentos, integrando elementos de diversas épocas – a reconstrução gótica impulsionada por D. João I; a torre da igreja de características manuelinas, concluída cerca de 1513-1515; a capela-mor, de arquitetura clássica, reedificada no século 17 por D. Pedro II; os estuques das capelas maior e colaterais são referências da reforma neoclássica iniciada em 1830; a última intervenção data do século 20 e pretendeu deixar à vista o granito das paredes e as colunas de origem medieval. A igreja é classificada como monumento nacional desde 1910.”

PADRÃO DO SALADO

PADRÃO DO SALADO

No coração do centro histórico de Guimarães, bem em frente à Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, figura um dos monumentos mais emblemáticos da cidade. Ali, todo mundo passa, muita gente tira foto, alguns se sentam para descansar. Mas poucos, pelo … Continuar lendo

O RESGATE DO PAÇO

Mais uma foto do Paço dos Duques de Bragança. Quem visita o monumento, hoje muito bem cuidado, não imagina que ele esteve à beira da ruína no início do século 20. O site da Guimarães Turismo resume bem essa história:

“O século 16 marca o início de abandono progressivo e consequente ruína que se agravaram até ao século 20. A reedificação do palácio começou em 1937 e prolongou-se até 1959, altura em que foi aberto ao público e transformado em museu cujo espólio é datado dos séculos 17 e 18. Das colecções existentes, destaca-se – pelo seu valioso contributo para a história dos Descobrimentos Portugueses – o conjunto de quatro cópias das tapeçarias de Pastrana cujo desenho é atribuído ao pintor Nuno Gonçalves, que narram alguns dos passos das conquistas do norte de África, nomeadamente Arzila e Tânger. Os originais foram mandados executar em Tournai, no século 15, pelo rei português D. Afonso V, encontrando-se hoje em Espanha. As cópias – únicas – foram adquiridas pelo Estado Português em 1957, sendo executadas em Espanha pela Real Fábrica de Tapices de Madrid.

(…) A ornamentar o mobiliário temos uma grande colecção de porcelanas da Companhia das Índias e faianças portuguesas das principais fábricas da época: Prado, Viana, Rocha Soares e Rato. Numa das salas encontram-se expostas algumas das armas que foram reunidas pelo segundo Visconde de Pindela e, mais tarde, adquiridas pelo Estado, cuja colecção compreende vários exemplares de armas brancas, de fogo e elementos de armaduras dos séculos 15 a 19.”

Paço dos Duques, Guimarães. O pórtico que se vê na foto é a entrada da capela

O pórtico que se vê na foto é a entrada da capela

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados