Cap 8 – GUIMARÃES

Reúno neste post as 20 fotos do centro histórico de Guimarães que considero minhas melhores. Dessas, sobrarão apenas 2 ou 3, talvez até menos, levando-se em conta que ainda pretendo voltar à cidade para mais uma incursão fotográfica. Refiro-me, caso … Continuar lendo

DIVULGANDO PORTUGAL NO BRASIL

Notícia fresquinha para os seguidores deste blog e para aqueles que acompanham meu trabalho também no Facebook: a próxima edição da revista Fotografe Melhor trará uma reportagem de 6 ou 7 páginas sobre o projeto Portugal – Patrimônios da Humanidade. … Continuar lendo

ONDE NASCEU O PRIMEIRO REI

Ele é pequeno se comparado a outras fortalezas medievais que você provavelmente conhece. Mas sua relevância, pelo menos para os portugueses, é inversamente proporcional às suas dimensões. As muralhas do Castelo de Guimarães deram abrigo à corte de D. Afonso … Continuar lendo

BORA PRA PORTUGAL!

BORA PRA PORTUGAL!

NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA

Ela é um dos mais significativos exemplares de arquitetura gótica do norte de Portugal. E ajuda a fazer do Largo da Oliveira, em Guimarães, um dos lugares mais incríveis do país. A Igreja de Nossa Senhora da Oliveira foi mandada construir pelo rei D. João I, no fim do século 14, para honrar um voto feito à Virgem da Oliveira, pela vitória na Batalha de Aljubarrota.

Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães: arquitetura gótica do norte de Portugal

Nossa Senhora da Oliveira, Guimarães: belo exemplar de arquitetura gótica do norte de Portugal

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

No website da Guimarães Turismo, lê-se o seguinte sobre a igreja:

“As origens da Insigne e Real Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira remontam ao mosteiro dedicado ao Salvador do Mundo, à Virgem de Santa Maria e aos Santos Apóstolos, fundado pela condessa Mumadona Dias, cerca de 950. A invocação de Nossa Senhora da Oliveira prevalece após 1342, com o reverdecimento de uma oliveira na praça fronteira.

A edificação atual evidencia as sucessivas remodelações e acrescentos, integrando elementos de diversas épocas – a reconstrução gótica impulsionada por D. João I; a torre da igreja de características manuelinas, concluída cerca de 1513-1515; a capela-mor, de arquitetura clássica, reedificada no século 17 por D. Pedro II; os estuques das capelas maior e colaterais são referências da reforma neoclássica iniciada em 1830; a última intervenção data do século 20 e pretendeu deixar à vista o granito das paredes e as colunas de origem medieval. A igreja é classificada como monumento nacional desde 1910.”

PADRÃO DO SALADO

PADRÃO DO SALADO

No coração do centro histórico de Guimarães, bem em frente à Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, figura um dos monumentos mais emblemáticos da cidade. Ali, todo mundo passa, muita gente tira foto, alguns se sentam para descansar. Mas poucos, pelo … Continuar lendo

O RESGATE DO PAÇO

Mais uma foto do Paço dos Duques de Bragança. Quem visita o monumento, hoje muito bem cuidado, não imagina que ele esteve à beira da ruína no início do século 20. O site da Guimarães Turismo resume bem essa história:

“O século 16 marca o início de abandono progressivo e consequente ruína que se agravaram até ao século 20. A reedificação do palácio começou em 1937 e prolongou-se até 1959, altura em que foi aberto ao público e transformado em museu cujo espólio é datado dos séculos 17 e 18. Das colecções existentes, destaca-se – pelo seu valioso contributo para a história dos Descobrimentos Portugueses – o conjunto de quatro cópias das tapeçarias de Pastrana cujo desenho é atribuído ao pintor Nuno Gonçalves, que narram alguns dos passos das conquistas do norte de África, nomeadamente Arzila e Tânger. Os originais foram mandados executar em Tournai, no século 15, pelo rei português D. Afonso V, encontrando-se hoje em Espanha. As cópias – únicas – foram adquiridas pelo Estado Português em 1957, sendo executadas em Espanha pela Real Fábrica de Tapices de Madrid.

(…) A ornamentar o mobiliário temos uma grande colecção de porcelanas da Companhia das Índias e faianças portuguesas das principais fábricas da época: Prado, Viana, Rocha Soares e Rato. Numa das salas encontram-se expostas algumas das armas que foram reunidas pelo segundo Visconde de Pindela e, mais tarde, adquiridas pelo Estado, cuja colecção compreende vários exemplares de armas brancas, de fogo e elementos de armaduras dos séculos 15 a 19.”

Paço dos Duques, Guimarães. O pórtico que se vê na foto é a entrada da capela

O pórtico que se vê na foto é a entrada da capela

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

PALÁCIO DE VASTAS DIMENSÕES

PALÁCIO DE VASTAS DIMENSÕES

Paço dos Duques de Bragança, um dos monumentos mais emblemáticos de Guimarães. Nas palavras das autoridades locais de turismo: “Majestosa casa senhorial do século 15, mandada edificar por D. Afonso (futuro Duque de Bragança, filho bastardo do Rei D. João … Continuar lendo

RUA DE SANTA MARIA

Essa talvez seja a minha rua favorita no centro histórico. É uma das mais antigas da cidade: provavelmente foi aberta na segunda metade do século 10, para ligar o convento fundado pela condessa Mumadona Dias (na parte baixa do povoado medieval) ao castelo (situado na parte mais alta da vila). Em documentos do século 12, ela já é citada com o nome de Santa Maria. Hoje, liga a Praça da Oliveira ao Largo do Carmo. Seu conjunto arquitetônico é belíssimo, muito bem preservado. Entre os edifícios mais importantes, destacam-se a Casa do Arco, cuja construção remonta ao século 13, e o Convento de Santa Clara, do século 16.

Guimarães

Rua Santa Maria, provavelmente aberta em meados do século 10

Casa do Arco, construída no século 13

Casa do Arco, construída no século 13

Convento de Santa Clara, do século 16

Convento de Santa Clara, do século 16

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados