RIBACÔA

Talvez você nunca tenha ouvido falar dessa região de Portugal. Nesse caso, recomendo fortemente que se informe sobre ela e passe a considerá-la em sua próxima visita ao país. Estive lá em 2014. Desde então, vivo fazendo planos de retornar. … Continuar lendo

CANDIDATOS PORTUGUESES A PATRIMÔNIO MUNDIAL – Parte 1

Portugal tem 16 patrimônios mundiais. Mas essa lista tende a crescer bastante nos próximos anos. Neste momento, há pelo menos 23 candidaturas sendo gestadas – algumas mais promissoras, outras menos, mas todas plenamente merecedoras do título. Neste post, reúno 12 delas. No próximo, tratarei das restantes.

Almeida, uma das 12 aldeias históricas do centro de Portugal

Almeida, uma das 12 aldeias históricas do centro de Portugal

Aldeias Históricas – São 12 no total: Almeida (foto), Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso. “Nossa ambição é que, dentro de cinco anos, a distinção seja atribuída ao conjunto dessas localidades”, declarou recentemente à imprensa o presidente da rede Aldeias Históricas de Portugal, António Dias Rocha.

São João do Porto – A candidatura a patrimônio imaterial da humanidade foi anunciada no mês passado pela câmara da cidade do Porto. Oficialmente, a festa é católica, em homenagem ao nascimento de São João Batista. Mas sua origem é pagã, está ligada à celebração do solstício de junho.

Mata do Buçaco – A câmara municipal da Mealhada e a Fundação Mata do Buçaco pleiteiam fundos europeus que permitam recuperar o patrimônio edificado (como o Convento de Santa Cruz e o conjunto monumental da Via Sacra) e reforçar a preservação da fauna e da flora, como preparação para a candidatura da mata a patrimônio da humanidade.

Centro Histórico de Viseu – Um grupo formado por arquitetos, historiadores e especialistas em patrimônio foi encarregado de preparar a candidatura de Viseu a patrimônio mundial. O documento que vai orientar a estratégia da autarquia local para a classificação da Unesco deve estar pronto até o próximo mês de outubro.

Mértola – A comissão científica encarregada de preparar a candidatura da vila se reuniu pela primeira vez no fim do ano passado. De acordo com o jornal Correio Alentejano, o projeto será apresentado à Unesco em 2016.

Centro Histórico de Lisboa e Tejo – A candidatura da Baixa Pombalina, dos bairros históricos e do próprio Rio Tejo será apresentada, segundo a câmara municipal de Lisboa, até o início de 2018. A intenção é que lhes seja concedida a chancela de paisagem urbana histórica, uma categoria criada recentemente pela Unesco.

Centro histórico de Lisboa e a Ponte 25 de Abril sobre o Tejo

Centro histórico de Lisboa e a Ponte 25 de Abril sobre o Tejo

Olaria Negra de Bisalhães – O ofício de oleiro está caminhando para o desaparecimento. É justamente por isso que a câmara de Vila Real decidiu candidatar a tradicional olaria negra de Bisalhães a patrimônio imaterial da humanidade. Apenas sete oleiros seguem trabalhando o barro na aldeia.

Arte de fazer chocalhos – A exemplo da olaria negra, a arte de fazer chocalhos (aqueles “sinos” colocados no pescoço dos animais de rebanho) também está em vias de extinção. Sua candidatura a patrimônio imaterial, apresentada no passado mês de março, já foi aceita pela Unesco.

Mosteiro de São Miguel de Refojos – Com a candidatura a patrimônio mundial, a câmara de Cabeceiras de Basto, no distrito de Braga, espera que o mosteiro do século 7 se transforme em uma espécie de “motor” do desenvolvimento turístico. São Miguel de Refojos é um dos 29 mosteiros beneditinos espalhados por Portugal, o único a ter um zimbório.

Conimbriga – A candidatura das ruínas romanas foi aprovada por unanimidade pela assembléia municipal de Condeixa-a-Nova em dezembro de 2013. Conimbriga é uma das mais relevantes povoações romanas do paós, já classificada como monumento nacional.

Tapetes de Arraiolos – O dossiê da candidatura dos tapetes de Arraiolos a patrimônio imaterial da humanidade já está pronto. “A confecção desses tapetes envolve uma história muito grande de passagem de conhecimento de mães para filhas, ao longo de gerações”, declarou recentemente à imprensa Sílvia Pinto, presidente da câmara de Arraiolos, no distrito de Évora. “É esse saber fazer que queremos valorizar.”

Furna do Enxofre e Algar do Carvão, Açores – A candidatura dos dois lugares nasceu em 1996. Quatro anos mais tarde, em 2000, parecia que ela ia decolar. Mas não decolou e parece ter perdido o fôlego desde então. A Furna do Enxofre fica na ilha Graciosa. O Algar do Carvão, na Terceira, perto de Angra do Heroísmo (que já tem a distinção da Unesco).

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

BORA PRA PORTUGAL!

BORA PRA PORTUGAL!

FORTALEZA MEDIEVAL

Duas, três horas no máximo. Esse foi todo o tempo que eu tive para fotografar Castelo Mendo. Uma lástima. Se pudesse, passaria dois, três dias inteiros zanzando pela aldeia. Reconheço que há um pouco de exagero nisso. Para o viajante que não seja assim, tão escravo de uma câmera quanto eu, uma day trip – ou meia – talvez já resolva bem a questão. O lugar é bem pequeno, tem mais ou menos 120 habitantes. Em meia hora, dá-se uma volta completa.

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O povoado de Castelo Mendo: vestígios de ocupação desde a Idade do Bronze

Casa típica da aldeia: vi mais gatos do que gente na minha visita

Casa típica da aldeia: vi mais gatos do que gente na minha visita

No site Aldeias Históricas de Portugal, consta o seguinte sobre Castelo Mendo:

“Concelho de fundação medieval, com foral concedido em 1229 por D. Sancho II, Castelo Mendo virá a perder esse estatuto de centro urbano com a reforma administrativa liberal de 1855. Apesar de o local ter conhecido ocupação desde a Idade do Bronze e mostrar vestígios da presença romana, a estrutura fortificada e o modelo urbanístico caracterizadores de Castelo Mendo são uma criação medieval concebida para enfrentar as necessidades impostas pela Reconquista Cristã nos séculos 12 e 13: promover o repovoamento dos territórios muçulmanos anexados ao reino português e sustentar as disputas territoriais fronteiriças com os reinos cristãos de Leão e Castela na região de Ribacôa.

A partir do século 14, estabilizada a fronteira com o Tratado de Alcanizes, em 1297, Castelo Mendo continuará a integrar a rede de fortificações que defendem a raia beirã. Este sistema defensivo medieval só perde a sua eficácia militar com o século 17, período que vê surgir as fortificações modernas.

Por exigência de domínio territorial e de defesa da população aqui estabelecida, o povoado estrutura-se em função dos dispositivos militares. Dois núcleos amuralhados, de épocas construtivas diferentes, configuram Castelo Mendo. No cimo do cabeço rochoso, dominando a paisagem envolvente, situa-se o castelo com dois recintos distintos. O aglomerado civil desenhado em torno da Igreja de Nossa Senhora do Castelo dividido pelo pólo exclusivamente militar, localizado a Este, no ponto mais elevado, onde antes se erguia a torre de menagem.

Com o crescimento da povoação, o primitivo núcleo, supõe-se que mandado edificar por D. Sancho I ou D. Sancho II, é aumentado com nova cerca no reinado de D. Dinis (fim do século 13). Pela encosta se estendeu a vila, nela se organizando a vida da população abraçada pelos muros.”

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Igreja de Nossa Senhora do Castelo: românica, provavelmente construída em 1229

A igreja em ruínas: restauro prevê a criação de um museu

A igreja em ruínas: restauro prevê a criação de um museu

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

RODEADA DE MURALHAS

Trancoso. Por aqui passaram romanos, bárbaros, árabes… Judeus, cristãos novos, templários… Hoje, seu maior orgulho talvez seja o castelo, autodenominado “um dos mais belos de Portugal”. O website da rede Aldeias Históricas conta assim a história:

“Sem dados concretos que permitam enunciar datas e formas de povoamento, parece ser de fácil aceitabilidade o facto de Trancoso ter sido, provavelmente, um lugar fortificado na época castreja, dadas as suas características geomorfológicas. Ocupada pelos povos romanos, a vila possui ainda inegáveis vestígios de estradas e pontes, tendo sido, a partir do século 4, invadida por povos bárbaros que contribuíram para o início da construção de uma estrutura urbana da fortificação e da zona habitada.

Trancoso constituiu, devido a sua posição estratégica, um dos pontos avançados da reconquista cristã para sul. Ocupada pelos árabes desde 983, foi reconquistada por Fernando, o Magno, em 1059, e por D. Afonso Henriques em 1160, que prometeu edificar o Mosteiro de São João de Tarouca como preito da vitória e lhe atribui foral. As sucessivas investidas dos mouros arruinaram-na, pelo que D. Sancho I a mandou repovoar, concedendo-lhe um foral que foi confirmado por D. Afonso II em 1217, e em 1391 por D. João I.” (…)

O castelo medieval de Trancoso: doado à Ordem do Tempo em 1185

O castelo medieval de Trancoso: doado pelo Condado Portucalense à Ordem do Templo em 1185

“Foi sobretudo após da definição das fronteiras entre Portugal e Castela que a praça-forte se tornou vital, propiciando estruturação e crescimento de aglomerado. D. Dinis mandou construir as muralhas com cerca de um quilômetro de perímetro, fundou a feira franca e concedeu privilégios especiais à povoação, que foi integrada no dote da rainha, tendo celebrado na vila de Trancoso seu casamento, em 1282, com a princesa D. Isabel de Aragão. (…)

A história de Trancoso anda profundamente ligada à de Portugal. Situada próximo da fronteira, a terra assistiu a diversas lutas e acontecimentos marcantes. Foi em Trancoso que se deu a célebre Batalha de São Marcos, na qual foram desbaratados os castelhanos e preparada a grande Batalha de Aljubarrota. O desfecho do combate contribuiu notavelmente para a consolidação da autoridade do Mestre de Aviz e subsequente triunfo da causa portuguesa nele personificada.” (…)

A ‘velhinha, nobre e sempre noiva’ vila de Trancoso encontra-se ainda hoje rodeada de muralhas da época dinisiana, com um belo castelo também medieval a coroar esse majestoso conjunto fortificado. Construído sobre um hipotético castro pré-romano, esse castelo pertencia, em 960, a D. Chamoa Rodrigues, tendo passado em 1097 para o Condado Portucalense.

Em 1185, o castelo é doado à Ordem do Templo, restaurado nos séculos 7 e 14 e acrescentado no século 16, sendo constituído por uma cerca de muralhas com cinco torres, onde se abrem quatro portas de aceso à vila que fechavam com sistema de guilhotina (Porta de El-Rei, do Prado, de São João e dos Carvalhos) e por uma torre de menagem que se situa na cidadela. (…) Este castelo constituía um dos vértices do triângulo principal do sistema defensivo da Beira, constituindo os outros dois pontos, os castelos de Celorico e da Guarda.”

O centro histórico da vila: testemunhas de muitos acontecimentos marcantes

O centro histórico da vila: testemunha de muitos acontecimentos marcantes

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

QUEM NÃO CONHECE UM ALMEIDA?

Taí um sobrenome comum, não é verdade? Quase tão popular quanto Pereira ou Oliveira. Só eu conheço uns 3 ou 4 Almeidas, talvez mais. Sem contar os de domínio público, tipo Aracy de Almeida. Pois foi aqui, nesta vila do centro de Portugal, que o sobrenome nasceu. A história começa em 1190, com Dom Payo Guterres Amado derrotando os mouros e tomando o castelo que eles chamavam de Al-Mêda. Sob domínio português, virou Castelo de Almeida, é lógico. O fidalgo tornou-se senhor da fortaleza, por vontade do rei, e ainda levou de brinde o apelido de Almeidão. Mais tarde, seus herdeiros adotariam Almeida como nome de família. E foi assim, há mais ou menos 800 anos, que surgiu um dos sobrenomes mais corriqueiros nos países de língua portuguesa – especialmente Portugal e Brasil.

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A vila de Almeida, no Distrito da Guarda: pouco mais de 7 mil habitantes

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Casario histórico: de Castelo Rodrigo ou Foz Côa, chega-se à vila pela estrada EN 332

O site Aldeias Históricas resume assim a história da vila: “Almeida terá tido origem na migração dos habitantes de um castro lusitano, localizado a norte do lugar do Enxido da Sarça, ocupado em 61 a.C. pelos romanos, e depois pelos povos bárbaros. Dada sua situação em planalto, os árabes chamaram-na Al-Mêda (A Mesa), Talmeyda ou Almeydan, tendo construído um pequeno castelo (séc. 8-9).”

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Céu anunciando tempestade: aqui, tomei uma das maiores chuvas da minha vida

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Cena das mais comuns em Almeida: para quem gosta de gatos, a vila é um prato cheio

“No período da Reconquista, os cristãos tomaram-na definitivamente em 1190 e foi sucessivamente disputada a Leão, passando à posse portuguesa com o Tratado de Alcanizes, em 1297. Recebeu foral de D. Dinis (1296), que reconstruiu o castelo, e foral novo de D. Manuel (1510). Junto ao castelo de planta rectangular e quatro torres circulares, cresceu o núcleo medieval limitado pelas muralhas, cujo vestígio se vê na Porta do Sol, traçado que a Rua dos Combatentes acompanha e que define o velho burgo.”

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A vila retratada no Livro das Fortalezas, de 1510: castelo de planta retangular…

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…e quatro torres circulares em torno do qual cresceu o núcleo urbano

“Durante a Guerra dos Sete Anos (1756-1763), Almeida voltou à posse de Espanha, tendo retornado ao domínio português em 1763. Nas lutas liberais, tomou partido por D. Miguel entre 1829 e 1832, acabando por capitular após duras lutas fratricidas, que destruíram as muralhas – reconstruídas a partir de 1853. Em 1927, saiu de Almeida o último Esquadrão de Cavalaria, perdendo, desde então, a actividade militar que, durante séculos, foi a razão essencial da sua existência.”

As muralhas: monumento nacional desde 1928, elas formam...

Muralhas: monumento nacional desde 1928, elas formam…

...uma das mais espetaculares defesas abaluartadas da Europa

…uma das mais espetaculares defesas da Europa

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

Reproduções: Wikimedia Commons

ENTRE CASTELO RODRIGO E FOZ CÔA

Esta galeria contém 6 imagens.

Quem acompanha este blog já leu, mais de uma vez, que fiz de Castelo Rodrigo minha base para as visitas ao museu e às gravuras pré-históricas do Côa. Isso me obrigou a percorrer meia dúzia de vezes, ida e volta, os 30 e … Continuar lendo

UM PALÁCIO POSTO ABAIXO

Eis o palácio construído no topo de Castelo Rodrigo por Cristóvão de Moura – ou melhor, o que restou dele. Minha sugestão: visite-o de manhã bem cedo ou no fim da tarde. Dica óbvia, eu sei, ela vale para qualquer lugar. Acontece que as ruínas do palácio não são nada óbvias, e por um só motivo: sua localização. Elas ocupam o ponto mais alto da aldeia, acima dos 800 metros de elevação. De lá, o visual é incrível. Com as ruínas no primeiro plano, então, nem se fala.

As ruínas do palácio iluminada pela últimas luzes do dia: destruído numa revolta popular em 1640

As ruínas iluminadas pelas últimas luzes do dia: palácio destruído numa revolta popular em 1640

O site Aldeias Históricas de Portugal conta assim a história do palácio: “A dinastia filipina que subiu ao trono português em virtude da crise sucessória de 1580, desencadeada pela morte do Rei Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir, teria impacto directo no velho burgo de Castelo Rodrigo. Efectivamente, Cristóvão de Moura, filho de um antigo alcaide da vila e figura-chave de sua diplomacia durante a crise de sucesso de 1580, mandou construir em Castelo Rodrigo o seu palácio no preciso local onde se situava a alcáçova.”

O palácio foi mandado construir por Cristóvão de Moura: conselheiro predileto do rei da Espanha

Sob a luz da manhã: mandado construir pelo conselheiro predileto do rei da Espanha

O lugar teve relevância militar ainda nos séculos 18 e 19: hoje, só turismo

O lugar manteve alguma relevância militar até o século 19: hoje em dia, só turismo

“A importância deste homem na administração de Portugal durante o domínio filipino fica bem patente no facto de Filipe II de Espanha ter elevado a localidade a condado, tendo atribuído o título de conde ao seu conselheiro predilecto, D. Cristóvão de Moura (1640). Com a morte do soberano, seu sucessor, Filipe III de Espanha, elevou o condado a marquesado (1600), passando seu titular a ostentar o título de 1º Marquês de Castelo Rodrigo.

Com a Restauração da Independência, o paço foi arrasado pela população (que o via como uma marca do domínio espanhol, mesmo tendo o seu promotor falecido há quase três décadas), permanecendo em ruínas até a actualidade. Com relevância militar ainda nos séculos 18 e 19, o palácio sofreu obras de consolidação, mas só muito recentemente foi alvo de uma intervenção de ‘consolidação de ruína’, promovida pelo IPPAR [Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico] com o apoio das Aldeias Históricas de Portugal, constituindo hoje um espaço simbólico onde é possível promover eventos de índole cultural.”

As ruínas ocupam o ponto mais alto da colina de Castelo Rodrigo: mais de 800 metros de elevação

No ponto mais alto da colina de Castelo Rodrigo: acima dos 800 metros de elevação

Minha sugestão: visite as ruínas do palácio de manhã bem cedo ou no finzinho da tarde

Sugestão: visite as ruínas de manhã bem cedo (meu caso) ou no finzinho da tarde

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados