Guardians of the Forest of the Laurels – Our Unique Laurissilva

Do you know why the first discoverers in 1419 called Madeira, Madeira?

Well, Madeira is the portuguese word for wood and it was named that because the island was so densely wooded that they were even afraid to come on land the first few days as they stared at the lush green depths of the forest and imagined the dangerous creatures the foliage could be hiding. There are even written reports that they caught a glimpse of a two meter tall rabbit with long fangs hopping around in the shadows! A testimony to what months at sea combined with rum and a healthy imagination can do.

O “Lado B” dos Lugares Património Mundial do Centro de Portugal

A referência a um “Lado B” remete-nos sempre para o “não comercial”, para o “alternativo”, para a “diversidade”, a “espontaneidade”, o “lado oposto”. Há um “Lado B” em quase tudo e, por ser inesperado, desconhecido, inusitado, torna-se também inspirador, contextualizador, e também ele muito belo.

O Centro de Portugal, maior e mais diversa região turística nacional, é o centro de um país verdadeiramente excecional. Um Centro que tem não um, nem dois, nem tão pouco três, mas sim quatro fabulosos Lugares Património da Humanidade. Alcobaça, Batalha, Coimbra e Tomar surgem inevitavelmente ligadas pela proximidade, mas também pela centralidade que se quer ampliada por uma rede de monumentos, de memórias e de histórias. E de pessoas, claro. Essas, que mantêm vivas as tradições locais, que contam e recontam as estórias e as lendas que fazem do Mosteiro de Alcobaça, da Universidade de Coimbra, Alta e Sofia, do Mosteiro da Batalha e do Convento de Cristo em Tomar, destinos ainda mais mágicos. Poderá conhecê-los a todos, com mais detalhe, no website Património Mundial do Centro.

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