10 Reasons to Visit Madeira Island

Madeira is the perfect holiday destination all year around, a tropical island offering amazing scenery, wonderful beaches and quaint villages. The archipelago has been awarded leading Island Destination of Europe in 2013, 2014, 2015 and recently, in 2016, as the Leading Island Destination of the WORLD!

Madeira Island is an exciting island with many attractions, sights and activities. With so much to do and see, it’s hard to narrow down the long list, but below you will find our 10 reasons to visit Madeira.

10 Reasons to Visit Madeira Island

Natureza alentejana: quatro lugares para conhecer

O Alentejo tem muito a oferecer aos seus visitantes: patrimônios históricos, muita cultura, vinhos e gastronomia de primeira, hotéis incríveis e atrações naturais. Vale a pena conhecer todas essas facetas da região, mas existem algumas maravilhas da nossa natureza que são imperdíveis. Confira quatro delas abaixo e certifique-se de que estão em seu roteiro!

Natureza alentejana: quatro lugares para conhecer

Parceria com Museu do Chiado abre comemorações do 10.º aniversário do Museu do Côa

O Museu do Côa (MC) abre ao público, no sábado, uma exposição do artista António Faria, “O Desenho, força que nasce do silêncio”, no âmbito de uma parceria com o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado (MNAC).

Parceria com Museu do Chiado abre comemorações do 10.º aniversário do Museu do Côa

How to spend a weekend among the fairytale palaces of Portugal’s Sintra

No vacation is one-size-fits-all, but time spent in SintraPortugal comes pretty close. A mere 45-minute train ride northwest of Lisbon, this fairy-tale town is full of history, lies close to the coast, and has been named a Unesco World Heritage Site. Whether you have business in Lisbon or are heading south from Porto, this seemingly small town packs a punch per acre and makes an ideal weekend side trip to escape the city.

How to spend a weekend among the fairytale palaces of Portugal’s Sintra

Foz Côa: as gravuras aprenderam a nadar e são “o centro de um certo mundo”

Tudo começou há mais de 20 mil anos, mas foi só em 1994 que o mundo as (re)descobriu. No Vale do Côa, durante milénios, as rochas de xisto e tela chegaram até nós como a maior concentração ao ar livre de arte rupestre do Paleolítico Superior do mundo. E como um “clarão” da pré-história – uma chave para ajudar a compreender os primeiros passos da civilização.

Foz Côa: as gravuras aprenderam a nadar e são “o centro de um certo mundo”