INVULGARMENTE BELA

Cenas de uma visita à Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, no Alto Douro Vinhateiro – região declarada patrimônio da humanidade em 2001.

A caminho da Quinta Nova…

…de carro…

…saindo bem cedinho da vila do Pinhão

No website da Quinta Nova, lê-se assim sobre o lugar:

“A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo é um local de extrema beleza, no coração do Douro, e propriedade da família Amorim desde 1999. A ligação da família ao vinho vem de longe, através da sua ligação às casas exportadoras de Vila Nova de Gaia, por via do negócio da cortiça, mas nessa data esta ligação resultou na concretização de um sonho e o projecto está hoje nas mãos da 4ª geração da família. Com uma história superior a 250 anos, a quinta exibe uma traça conservada e o edifício original da adega de 1764, após intervenções a cargo do arquitecto Arnaldo Barbosa. Mas a quinta é muito anterior a 1764 e a história confirma-a como uma grande terra pertencente à Casa Real Portuguesa, tendo sido identificado o seu primeiro proprietário em 1725. A adega vinificava mais de 3.500 pipas de vinho, de parcelas e quintas vizinhas, tendo sido logo ´integrada na primeira demarcação da região`. Os locais históricos que ainda hoje estão preservados dão a perceber todo este peso histórico.”

Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo

“São 120 ha que se debruçam sobre o Rio Douro, ao longo de 1,5 km na sua margem direita, bem no coração do Douro, na sub-região do Cima Corgo. Destes, 85 ha estão cuidadosamente preservados e plantados com vinha classificada com letra A, enquadrados na paisagem UNESCO de forma singular.
É no terroir da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, uma propriedade invulgarmente bela, que o solo é composto por xisto grauváquico, onde ainda se encontra vinha plantada em socalcos, em patamares de dois bardos ou para melhor acompanhar as curvas de nível do terreno, vinha plantada ao alto. Com declives superiores a 45º e uma altitude máxima de 297 m, a plantação média é de 3.500 pés/ha, originando produções médias de 4.000 kg/ha. A pouca concentração de humidade permite obter uvas com maior concentração de açúcares e cor.
As videiras, em regime de produção integrada, desfrutam de uma excelente exposição solar – sul e poente – e beneficiam dos ventos mais quentes e secos, provocando uma maturação mais rápida e uma maior qualidade dos mostos. O microclima, de tipo mediterrânico, faz-se sentir com verões muito quentes e invernos muito frios e chuvosos, com precipitações médias anuais de 400 mm, originando vinhos muito concentrados, texturados e variados, como só esta região pode oferecer.”

Além das vinhas

Além das vinhas

Além das vinhas

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout

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