ONDE MORAM AS NUVENS

Eis uma cena comum no Pico do Areeiro: nuvens abraçando a montanha, movendo-se rápido entre as escarpas, ocultando vales profundos e deixando embasbacados os visitantes que encaram seus 1.816 metros de altitude. Este não é o ponto culminante da Ilha da Madeira, mas checa perto, muito perto. Mais alto do que ele, só o Pico Ruivo (com 1.862 metros) e o Pico das Torres (1.852 metros), ambos vizinhos, no teto do majestoso Maciço Central madeirense.

Daqui de cima, em dias de céu limpo, enxerga-se longe. E o que se vê quase sempre é de tirar o fôlego. Ao norte, na direção de Santana, encostas cobertas pela luxuriante Floresta Laurissilva, declarada patrimônio mundial pela UNESCO em 1999. Para sul, mais ou menos na direção do Funchal, a sinuosa Ponta de São Lourenço e as Ilhas Selvagens. A leste, ou nordeste, para ser mais exato, a ilha de Porto Santo. E a oeste, os picos do Cedro, do Cidrão e Grande, com o planalto do Paul da Serra ao fundo.

Não bastassem as vistas extraordinárias, o Areeiro é ponto de partida para uma das trilhas mais incríveis da Madeira: a PR1, que conduz ao Pico Ruivo passando pelo Pico das Torres. São aproximadamente 7 quilômetros de percurso. Mas prefiro deixar os detalhes dessa espetacular caminhada para o próximo post.

Pico do Areeiro, o terceiro mais alto da Ilha da Madeira, com 1.816 metros

Pico do Areeiro, o terceiro mais alto da Ilha da Madeira, com 1.816 metros

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

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