PRESS TRIP 2015 – DIA 23 – ALENTEJO

Quarta-feira, 14 de outubro. Saí de Campo Maior, onde estava hospedado, por volta das 8h. Pela terceira vez, cumpriria o trajeto de 20 quilômetros entre a minha base no Alto Alentejo e Elvas, patrimônio mundial. Meu objetivo naquela manhã era o Forte de Santa Luzia. Ele só abriria às 10h. Até lá, eu o fotografaria à distância, posicionando-me em um ponto da muralha de Elvas que já conhecia de outros carnavais.

Seguia em direção às Portas de Olivença, uma das entradas da cidade. Pois bem. Faltando não mais do que um quilômetro para chegar ao meu destino, dei de cara com uma cena que pôs por terra minha determinação: alguns cavalos pastavam tendo como pano de fundo a muralha e o casario caiado de Elvas. Não resisti. Encostei o carro e fui fotografá-los.

Parada no caminho para as Portas de Olivença para clicar um cavalo com Elvas ao fundo

Parada no caminho de Elvas para clicar um cavalo com a cidade ao fundo

Acho que fiquei ali, clicando os animais, por aproximadamente uma hora. Deveria, portanto, ter seguido rapidinho para o Forte de Santa Luzia assim que dei por encerrada aquela sessão equestre, certo? Errado. Achei que valia o crime chegar mais perto daquele trecho de muralha, já que ele estava ali, tão perto e tão bem iluminado pelo sol das 10h. Desisti de vez do forte. Daquele lugar onde eu estava, só sairia quase duas horas depois – já pensando em ir almoçar.

A muralha da cidade

A muralha

Outro registro da muralha, com céu azul depois de quatro dias cinzentos

De novo a muralha, com sol depois de quatro dias cinzentos

À tarde, depois de mais um belo almoço no restaurante O Lagar, decidi subir a Torre Fernandina, no centro histórico da cidade. Trata-se de uma torre de planta quadrangular, com três pisos no seu interior, sobre a qual voltarei a escrever em posts futuros. Mas adianto aqui uma dica: vale a pena encarar os muitos degraus da escadaria em caracol de leva ao topo da torre. Lá de cima, a vista é espetacular.

O visual que se tem do alto da Torre Fernandinha, com o Forte de Santa Luzia lá no fundo

A vista desde a Torre Fernandinha, com o Forte de Santa Luzia ao fundo

Antes que o dia chegasse ao fim, ainda voltei à cisterna, um dos grandes destaques da viagem até então. Dessa vez, no entanto, percorri toda a sua extensão pelo lado de fora, rente à rua que hoje leva o nome de Faceira da Cisterna. Registrei dali o entardecer. E segui, pela enésima vez, para a Praça da República, onde encerrei minha jornada de trabalho fotografando a Igreja de Nossa Senhora da Assunção (antiga Sé de Elvas), já no início da noite.

Vista da cidade junto à Faceira da Cisterna, nos último minutos de mais um dia fabuloso

O visual da cidade junto à Faceira da Cisterna, nos últimos minutos de mais um dia fabuloso

A Igreja de Nossa Senhora da Assunção, antiga Sé de Elvas

A Igreja de Nossa Senhora da Assunção, antiga Sé de Elvas

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

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