PRESS TRIP 2015 – DIA 12 – ALENTEJO

Évora. Sábado, 3 de outubro. Dia de acordar bem cedinho para fotografar em outra cidade. Ou melhor, numa vila: a simpática Arraiolos, cerca de 20 quilômetros a norte de onde eu estava. É bem provável que você reconheça o nome. Foi nessa vila alentejana que surgiram, há mais de quatro séculos, os famosos tapetes de Arraiolos. Esse estilo tradicional de tapeçaria, que se mantém vivo aqui no Brasil também, será candidato a patrimônio imaterial da humanidade muito em breve.

Arraiolos: os tapetes produzidos aqui serão candidatos a patrimônio da humanidade

Arraiolos: os tapetes produzidos aqui serão candidatos a patrimônio mundial

Sede da Kalifa, a mais antiga fábrica de tapetes de Arraiolos

Sede da Kalifa, a mais antiga fábrica de tapetes da vila

Tapeceira trabalhando no Centro de Interpretação dos Tapetes de Arraiolos

Tapeceira trabalhando no Centro de Interpretação dos Tapetes de Arraiolos

Depois de visitar o castelo, zanzar pela vila farejando fotos e conferir o excelente Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, decidi almoçar. Dei uma rápida olhada nas minhas notas e encontrei ali três opções. Escolhi o Pelourinho, mas sem embutir na escolha nenhuma expectativa. Quando a comida começou a chegar… Como se costuma dizer, era de comer rezando. Para começar, chouriço de porco preto alentejano e um vinhozinho local, o delicioso Monte da Ravasqueira. Depois, borrego estufado com batatas. Eu ainda não sabia, mas aquela seria uma das melhores experiências gastronômicas de toda a viagem.

Chouriço de porco preto: um dos enchidos mais saborosos que eu já provei

Chouriço de porco preto: um dos mais saborosos que já provei

Borrego ao forno com batatas do Pelourinho: carne que derrete na boca

Borrego ao forno com batatas do Pelourinho: carne que derrete na boca

Confesso que fiquei muito mais no restaurante do que eu imaginava inicialmente. Quando finalmente resolvi voltar ao trabalho, já passava das 15h. Saí caminhando pelo centro histórico da vila, fotografando pessoas, tomando um café aqui e outro ali… Até que chegou a hora de voltar ao Castelo de Arraiolos – um caso raríssimo de castelo com planta circular. Montei tripé, engatei a câmera no dito-cujo e fiquei ali, rezando por um buraco nas nuvens que permitisse ao sol dar pelo menos uma lambida naquelas muralhas. Não rolou. Mesmo assim, encerrei o dia plenamente satisfeito. Arraiolos é uma day trip perfeita. Quando estiver em Évora, não deixe de visitá-la.

Castelo de Arraiolos: um dos raros exemplos no mundo de planta circular

Castelo de Arraiolos: um dos raros exemplos no mundo de planta circular

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

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