O CLAUSTRO DO SILÊNCIO

O CLAUSTRO DO SILÊNCIO

Piso térreo do Claustro de D. Dinis, também conhecido com Claustro do Silêncio. Esta era a área central do Mosteiro de Alcobaça, à volta da qual foram dispostas suas principais dependências – a igreja, a Sala do Capítulo, o parlatório, a Sala dos Monges, … Continuar lendo

O TÚMULO DE D. PEDRO

Detalhes da arca tumular de D. Pedro I, um dos highlights mais disputados do Mosteiro de Alcobaça. O que mais atrai os visitantes, porém, não é a riqueza da sua ornamentação, mas a história de amor que o rei viveu com Inês de Castro – um romance proibido, que marcou a história e a cultura portuguesas. A cenas esculpidas no túmulo narram a trajetória de São Bartolomeu, santo protetor de D. Pedro. Uma representação da Roda da Vida simboliza sua própria história e seu amor por Inês.

Túmulo de D. Pedro I, Mosteiro de Alcobaça: um dos highlights mais disputados

Túmulo de D. Pedro I, no Mosteiro de Alcobaça: um dos highlights mais disputados

A arca é ricamente esculpida: cenas da trajetória de São Bartolomeu

A arca é ricamente esculpida: cenas da vida de S. Bartolomeu

Roda da Vida: símbolo da vida de D. Pedro e seu amor por Inês de Castro

Roda da Vida: ela representa a história de D. Pedro e seu amor por Inês de Castro

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

CONVENTO DE CRISTO EM P&B II

Uma amostra do sistema defensivo do Castelo dos Templários, em Tomar, com suas muralhas e sua torre de menagem.

A muralha do castelo templário: fundado em 1160 pelo grão-mestre Gualdim Pais

A muralha do castelo templário: fundado em 1160 pelo grão-mestre Gualdim Pais

Aqui vai um pouco de história, em texto extraído do website do Convento de Cristo:

“Tomar nasce da doação do Castelo de Ceras e seu termo aos templários, por D. Afonso Henriques em 1159. O território era atravessado a sul pelo Rio Tomar, com um fértil vale limitado a poente por uma cadeia de colinas de relevo acentuado. Foi numa dessas colinas, sobranceira ao rio, que Mestre D. Gualdim Pais, fundou, em 1160, o castelo e a vila de Tomar.”

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Vista parcial da alcáçova e sua torre de menagem: erguidas na parte mais elevada da colina

“O castelo era constituído por uma cintura de muralhas que rodeavam o cabeço. Duas cortinas de muralha dividiam-no interiormente em três recintos. Na parte sul da fortaleza, situava-se o recinto vila, onde hoje está o laranjal. A norte, na parte mais elevada da colina foi estabelecida a casa militar dos templários, flanqueada a nascente pela casa do mestre, a alcáçova com a sua torre de menagem, e a poente pelo oratório dos cavaleiros, a Charola. Separava estes dois recintos um terceiro, o vasto terreiro do castelo, hoje espaço ajardinado.”

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De novo, o conjunto alcáçova e torre de menagem: uma obra magnífica de engenharia militar

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

CONVENTO DE CRISTO EM P&B

A Charola e a Janela do Capítulo, provavelmente os dois maiores highlights do Convento de Cristo, em Tomar.

Charola: mais bem preservado monumento templário da Europa

Charola: o mais preservado monumento templário da Europa

Janela do Capítulo: máxima expressão do estilo manuelino

Janela do Capítulo: máxima expressão do estilo manuelino

No website do monumento, a gente lê o seguinte:

“O Castelo de Tomar e Convento de Cristo, sede das ordens religiosas e militares do Templo e de Cristo, foi classificado como património da humanidade e inscrito na lista do património mundial da Unesco em 1983. Os critérios que presidiram à sua classificação tiveram em conta, particularmente, a Charola dos templários e a invulgar janela ocidental da nave manuelina, cuja construção amplia e prolonga para fora do castelo a própria rotunda, primitivo oratório dos cavaleiros.”

“A Charola, para além de ser um dos melhores entre os raros exemplares existentes de igreja em rotunda, simboliza o mundo medieval europeu, das cruzadas e da defesa da fé. A janela manuelina, na originalidade da sua gramática decorativa, constitui a primeira síntese das artes europeia e oriental.”

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

AS GÁRGULAS DO MOSTEIRO

Uma visita aos terraços do Mosteiro da Batalha para saber um pouco mais sobre suas gárgulas – aquelas figuras monstruosas típicas da arquitetura gótica. Quem conduz o passeio é a pesquisadora Ana Patrícia Alho, autora do livro As Gárgulas do Mosteiro da Batalha.

PANTEÃO RÉGIO

A Capela do Fundador, no Mosteiro da Batalha: glória ao rei D. João I e à rainha D. Filipa

A Capela do Fundador, no Mosteiro da Batalha: glória ao rei D. João I e à rainha D. Filipa

O túmulo do casal real: maior arca gótica quatrocentista em Portugal

O túmulo do casal real: maior arca gótica quatrocentista em Portugal

A abóbada estrelada da capela: arquitetura ousada

A abóbada estrelada da capela: arquitetura ousada

Três imagens da Capela do Fundador, um dos ambientes mais fascinantes do Mosteiro da Batalha. O website do monumento informa o seguinte sobre esse lugar:

“Encostada à direita da fachada principal, ergue-se a Capela do Fundador. Não estando prevista no plano inicial do mosteiro, deve-se à decisão de D. João I fazer um panteão familiar, tendo cabido a mestre Huguet a responsabilidade do seu planeamento e construção, concluída por volta de 1433/34. É um espaço cheio de significado histórico e artístico. Com ele surge, pela primeira vez em Portugal, um local próprio exclusivamente destinado a panteão régio. São importantes as suas propostas, arquitetónicas e escultóricas. De planta quadrangular, transmuta-se ao centro num octógono coberto com uma complexa abóbada estrelada que se transforma em autêntico dossel glorificador do rei D. João I e da rainha D. Filipa de Lencastre, inumados em grandiosa arca tumular.

Sobre a tampa desta que é a maior arca gótica quatrocentista em Portugal estão esculpidos os jacentes emparelhados do casal régio, mão dada, cobertos por baldaquinos com os seus escudos de armas; no rebordo, por entre ramos e folhas, as suas divisas Y me plet e por bem; nas face, duas longas inscrições em latim resumem os seus méritos e ações; na cabeceira, a cruz da Ordem da Jarreteira (que D. João recebeu) com a inscrição hinny soit qui mal y pense.”

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

O TERRAÇO DA BATALHA

O TERRAÇO DA BATALHA

Eis uma visão pouco usual do Mosteiro da Batalha, declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1983. O que se vê nessa imagem é o terraço, um espaço que só esporadicamente é aberto à visitação pública. “Desde finais do século 14 … Continuar lendo

CAPELA DE SÃO MIGUEL

Antes de deixar a Universidade de Coimbra rumo ao Mosteiro da Batalha, uma passadinha pela espetacular Capela de São Miguel. Ela foi construída no início do século 16, em substituição a uma capela anterior, provavelmente do século 12. Diz assim o website da UC:

“O edifício que hoje existe é fruto das obras dirigidas por Marcos Pires e terminadas por Diogo de Castilho. Foi alvo de pequenas remodelações nos séculos 17 e 18. A Real Capela dedicada a São Miguel foi também sede da confraria de lentes e estudantes sob a invocação de Nossa Senhora da Luz. Sua estrutura arquitetónica é manuelina, estilo decorativo visível, sobretudo, nos janelões da nave central e no arco cruzeiro.

Quando a universidade adquiriu o palácio, adquiriu igualmente a capela, mantendo esta o privilégio real. O revestimento azulejar da capela-mor data de 1613, e a nave foi revestida com azulejos tipo “tapete”, que foram fabricados em Lisboa. A pintura do teto deve-se ao lisboeta Francisco F. de Araújo, que a executou no fim do século 17. Posteriormente, foi renovada, e o escudo real, modernizado.

O púlpito foi utilizado pelo padre António Vieira em 1663 para proferir o sermão dedicado a Santa Catarina, cujo altar data já do século 18. Do lado esquerdo está o altar dedicado a Nossa Senhora da Luz, padroeira de todos os estudantes. A capela é consagrada. Nela celebra-se a missa dominical e são realizados casamentos para membros da comunidade universitária.”

A Capela de São Miguel, na UC: cenário de um dos sermões do padre António Vieira

A capela: cenário de um dos sermões do padre António Vieira

© Foto: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

COLÉGIO DE SÃO PEDRO

COLÉGIO DE SÃO PEDRO

Todo mundo que visita Coimbra conhece essa fachada. Afinal, ela fica no coração da universidade, voltada para o Paço das Escolas. É o Colégio de São Pedro, aquele edifício imenso à direita de quem olha a Via Latina de frente. … Continuar lendo