MIRADOUROS

O problema de só viajar pelo Douro de trem ou de barco é que, nas duas modalidades de transporte, fica-se preso à margem do rio. Vá por mim, alugue um carro. Sobre rodas, você poderá visitar quantas quintas quiser. Terá toda a autonomia do mundo para conhecer cidadezinhas incríveis como São João da Pesqueira. E ainda conseguirá montar um roteiro que inclua alguns miradouros (mirantes). Dê uma olhada nas fotos abaixo. Esses são os visuais proporcionados por 4 miradouros que estão entre os meus preferidos. Vistas magníficas, né? Então: sem carro, nenhuma delas estará ao seu alcance.

Miradouro de São Leonardo da Galafura – Peso da Régua

Miradouro de São Leonardo da Galafura – Peso da Régua

Miradouro de Casal de Loivos – Alijó

Miradouro de Casal de Loivos – Alijó

Miradouro de São Salvador do Mundo – S. J. Pesqueira

Miradouro de São Salvador do Mundo – S. J. Pesqueira

Miradouro de Santa Bárbara – S. J. Pesqueira

Miradouro de Santa Bárbara – S. J. Pesqueira

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados

DOURO DE BARCO

É perfeitamente possível conhecer o Douro navegando. Você pode embarcar num navio de cruzeiro na cidade do Porto e ir até a fronteira com a Espanha. Acho bacana, uma experiência legal de ter no currículo. Sem contar a mudança de perspectiva. Vista de um barco no meio do rio, a paisagem é outra. Tem também a curtição de passar por uma ou mais barragens no caminho, como a da Valeira (32 metros de desnível) e a do Pocinho (20 metros). Mas eu não embarcaria num cruzeiro muito longo – há opções de até 8 dias. Um passeio de dia inteiro entre Peso da Régua e Barca d´Alva, por exemplo, está de bom tamanho.

Navio de Cruzeiro no Douro Superior, em frente aos vinhedos da Quinta do Vale Meão

Navio de cruzeiro no Douro Superior, quase em frente aos vinhedos da Quinta do Vale Meão

Na Barragem da Valeira, em São João da Pesqueira, os barcos vencem um desnível de 32 m

© Fotos: Eduardo Lima / Walkabout – Todos os direitos reservados